terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Infelizmente, para rir. Só pode!
Mas, apesar disso, penso que é necessário ter tino, especialmente a comunicação dita social: das quatro notícias assinaladas em baixo, não são verdade, pois não?! Aquilo não são noticias ou o mundo anda virado do avesso...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Nostalgia de Salazar
Henrique Monteiro in Expresso
Acordo entre governo e PS
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Ainda bem que temos Gaspar nas Finanças
Se o senhor arranjou 1.100 milhões de euros para salvar um banco mal gerido e que representa apenas 4% do mercado bancário nacional, com muito mais vontade, preserverança, tenacidade e, em seguimento disso, muito mais facilidade, vai conseguir arranjar dinheiro para cobrir as necessidades do Estado, de uma forma justa para todos, sem ter que aumentar mais impostos nem realizar cortes abruptos nos salários e pensões.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Breve explicação para socialista ver ou o manual anti-Seguro
Não são só as pessoas do Governo português que se mostram indignadas mas quase toda a comunidade europeia, desde o Presidente da Comissão, Durão Barroso, ao Ministro das Finanças alemão ou à ex-Ministra das Finanças de França e actual Presidente do FMI.
Existe este espanto e indignação porque neste momento, e ao contrário do passado recente português, as agências não têm razão para efectuar tal corte já que é bem visível o esforço de todos para se alcançar as metas impostas pelas entidades externas.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Uma estratégia que leva ao "suicídio"
Pois muito bem, é dever de todos os portugueses defenderem o seu país nas suas mais variadas áreas, desde a defesa à preservação da natureza.
O que acho caricato é que no contexto puramente político, esta defesa será de quem?!
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país de quem nos últimos tempos nos colocou com 804 mil desempregados, de quem foi o responsável pelo descalabro das contas públicas, de quem não colocou a justiça na ordem, de quem não foi capaz de reter os bons jovens licenciados em Portugal, de quem não quis pedir ajuda ao FMI quando deveria e prolongou esse pedido no tempo, endividando ainda mais os portugueses com juros insustentáveis e com vendas de dívida pública completamente ridículas.
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país do Governo do PS que nos governou nos últimos 6 anos e das pessoas que o acompanham.
Assim sendo, espero que as pessoas que andam com o slogan " Eu defendo Portugal", quando na realidade se aperceberem que se devem defender deles próprios, não cometam o suicídio político.
Libertem-se das vossas amarras e como cabeças livres que são, vejam o estado em que Sócrates colocou o país. Isto não pode continuar.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Pequenos pormenores que fazem toda a diferença
Um plano muito simples: colocar uma questão aos portugueses onde a resposta fosse " a culpa é da oposição".
Mais simples ainda, jogar com uma oposição impreparada para ataques de tão vil baixeza.
Para quem como eu gosta de estratégia, um plano deste género, por tão simples e tão eficaz, é admirado por muito tempo e serve de estudo para tudo o que aí vem. Ao escrever isto lembro-me da estratégia Alemã para invadir os Países Baixos e a França na Segunda Grande Guerra: faz-se igual à Primeira que o inimigo nunca iria pensar num ataque semelhante.
Mais ou menos com esta ideia, a cúpula do Partido Socialista, provavelmente durante a campanha presidencial e com o crispar de declarações do Ministro Santos Silva e do Primeiro Ministro Sócrates para com o Presidente da República, adivinhando que Cavaco Silva tomaria alguma posição hostil ao Governo, decidem avançar:
- A 24 de Fevereiro, adquirem o domínio " Socrates2011.com";
- A 9 de Março, Cavaco Silva discursa na sua tomada de posse dizendo que não se podem pedir mais sacrifícios aos portugueses;
- A seguir há um PEC IV que é apresentado em Bruxelas, não sendo comunicado à Assembleia da Republica nem ao Presidente;
- A falta de confiança aumenta entre os actores políticos;
- Surge a pergunta, o cerne da questão: "o que preferem, eu e o PEC IV ou o monstro do FMI?"
- A 23 de Março, o PEC IV é chumbado na Assembleia da República;
- A partir desse momento surge ao estilo de slogan: o FMI vem para Portugal por culpa da oposição;
- A 6 de Abril, último dia da legislatura, Sócrates anuncia ao país o pedido de ajuda externa.
Tudo perfeito, parabéns a quem conseguiu arquitectar o plano e colocá-lo em pratica!No entanto, há pequenas coisas que vão ficando para trás, alguns pormenorezinhos: listas atabalhoadas, fazer esquecer os últimos 6 anos de governação, pequenas intrigas que se vão escondendo com uma mentira aqui e ali.
Mas há outros pormenores que não são tão fáceis de esconder e aí o PS falhou em toda a linha: a apresentação do programa.
Como já se tinha visto nas Europeias de 2009, os socialistas lançaram um programa e um candidato e depois pressionaram para que o PSD fizesse o mesmo. Razão: o programa e o candidato eram maus e as gentes do PS já não sabiam como se poderiam defender. Com isso, "exigem" que o maior partido da oposição entre no seu timming para poderem malhar à vontade. O PSD, felizmente, não caiu na armadilha e apresentou o seu programa e o seu candidato quando muito bem entendeu e rumou à vitória com Paulo Rangel.
Aqui passa-se o mesmo: o PS deve ter pensado em Fevereiro que ia para eleições, faz um programa de governação assente no PEC IV e nos números da dívida e de desemprego de Dezembro não os corrigindo à posteriori, não referir a ajuda externa, não retirar megalomanias e meia-bola e força.
Mais uma vez o PSD soube esperar, soube analisar o que seria mais importante para os portugueses: fazer um programa assente nas últimas indicações e previsões, fazer questões à troika, criar um grupo de estudo e só depois, com os pés bem assentes na terra, lançar um programa de governo sério, justo e aplicável.
Foi apresentado a pouco mais de três semanas das eleições?! Óptimo, é mais realista e os portugueses não são tão iletrados como querem fazer pensar que necessitariam de dois meses para ler aquelas páginas.
Ontem foi apresentado um programa justo e equilibrado que assenta em:
- 10 Ministérios e um máximo de 25 Secretários-de-Estado;
- Redução do número de Deputados para 181;
- Extinção dos Governos Civis;
- Redução para 3 o número de administradores das empresas públicas;
- Reforma da justiça;
- O Tribunal de Contas passa a avaliar os organismos que recebem dinheiro público;
- Redução dos efectivos das Forças Armadas;
- Regra de 5 para 1 na empregabilidade da função pública;
- Redução da despesa e do endividamento do Estado;
- Crescer a 3% ao ano;
- Privatizar a TAP, ANA, REN, CP Carga, saúde e seguros da CGD, Agência Lusa, alienação de um dos canais da RTP;
- Reavaliação das grandes obras - TGV e aeroporto de Lisboa;
- Dinamização do mercado de arrendamento;
- Revisão e simplificação das leis laborais;
- Redução da Taxa Social Única;
- Alargamento da base tributável de IRC;
- Redução dos escalões de IRS;
- Revisão do regime das sociedades holding;
- Revisão do Regime Social de Inserção;
- Introdução de valor máximo nas reformas públicas;
- Estímulo ao ensino privado através da subsidiaridade, podendo as famílias escolher as escolas dos seus filhos;
- Testes nacionais nos 4º e 6º anos de escolaridade;
- Exames nacionais nos 9º, 11º e 12º anos de escolaridade;
- Reestruturação do programa Novas Oportunidades;
- Promoção da Rede Nacional de Escolas Tecnológicas;
- Levantamento dos cursos do Ensino Superior " sem viabilidade na conjuntura local" a fim da extinção dos mesmos;
- Programa de doutoramentos em áreas tecnológicas e desenvolvimento de produto.
Desde ontem os portugueses têm 2 fortes razões para votarem PSD nas próximas eleições.
Primeiro, retirar José Sócrates e o Partido Socialista do poder para que o descalabro não continue.
Segundo, colocar no poder Pedro Passos Coelho e a sua equipa porque ao contrário do que querem fazer crer, se preocupam com os portugueses e tiveram o cuidado de redigir um documento, uma proposta de governação séria e justa de forma a devolver dignidade e melhores condições de vida a médio e longo prazo a todos nós.
terça-feira, 3 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
as mais esfarrapadas desculpas... e ninguém aprendeu nada
É triste porque parece que ninguém aprendeu nada: se são pedidos esforços aos portugueses, se o FMI entrar em Portugal deve-se única e exclusivamente à forma como José Sócrates e o PS governaram Portugal nos últimos 6 anos.
Não caiam na tentação de acreditar que o FMI vem devido ao discurso de Cavaco Silva ou à recusa do PSD em salvar ( mais uma vez) o governo.
terça-feira, 22 de março de 2011
A crise política gerada por Sócrates - IV
- Sócrates sabe que mais cedo ou mais tarde o FMI vai entrar em Portugal devido ás políticas erradas do Governo, principalmente de 2008 a esta parte;
- Sócrates sente-se atiçado com o discurdo de tomada de posse do Presidente da República e decide agir;
- Sócrates não quer ver o seu nome associado ao FMI e tenta colá-lo ao PSD;
- O PEC IV é aprovado em Bruxelas e Sócrates não dá conhecimento a ninguém, nem aos seus Ministros, nem ao Presidente, nem à Assembleia;
- Toda a oposição e o próprio Presidente da República não têm porquê de ir ao encontro das posições do PEC IV devido à posição estratégica de Sócrates em não lhes ter dado conhecimento;
- Sócrates coloca o discurso em " Ou eu ou o FMI";
- Sócrates mente aos portugueses dizendo que o PEC IV ainda pode ser aprovado e alterado na Assembleia da República - Bruxelas já disse o contrário;
- Sócrates parte para eleições fazendo-se de vítima.
Como diria o personagem Abrantes, " No meio deste jogo rasteiro (e com rasteiras), o interesse nacional é completamente irrelevante.".
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Posto isto, não entendo esses mesmos camaradas que acusam o candidato e Presidente Cavaco Silva de causar uma crise política apenas por chamar à realidade os portugueses de uma maneira geral e os políticos, opinion makers, jornalistas de modo particular, para a responsabilidade do Governo na entrada do FMI em Portugal.
Vá-se lá entender esta malta!


