Quando leio esta notícia, que diz que "as metas de redução de despesa só podem ser atingidas" caso a reforma do Estado tenha o foco "nas maiores rubricas orçamentais, particularmente na factura dos salários públicos e na despesa com pensões"., penso que é uma sorte termos Vitor Gaspar na pasta das finanças.
Se o senhor arranjou 1.100 milhões de euros para salvar um banco mal gerido e que representa apenas 4% do mercado bancário nacional, com muito mais vontade, preserverança, tenacidade e, em seguimento disso, muito mais facilidade, vai conseguir arranjar dinheiro para cobrir as necessidades do Estado, de uma forma justa para todos, sem ter que aumentar mais impostos nem realizar cortes abruptos nos salários e pensões.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 17 de maio de 2011
Pelo discurso de Basílio Horta em Leiria, no "Jantar Geração Activa", pode-se ver que a seguir à TVI, Sol, Público, a próxima empresa a ser "vigiada de perto" é o Grupo Jerónimo Martins.
Certamente que as declaração de Alexandre Soares dos Santos e de António Barreto sobre José Sócrates nada têm a ver com isto.
Tristes os governantes que não sabem ouvir...
Certamente que as declaração de Alexandre Soares dos Santos e de António Barreto sobre José Sócrates nada têm a ver com isto.
Tristes os governantes que não sabem ouvir...
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