Primeiro, a carta.
Segundo, os insultos no supermercado.
Agora, isto.
Vai ser elevado à categoria de herói.
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terça-feira, 9 de julho de 2013
Gaspar, o herói
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Vitor Gaspar
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Ainda bem que temos Gaspar nas Finanças
Quando leio esta notícia, que diz que "as metas de redução de despesa só podem ser atingidas" caso a reforma do Estado tenha o foco "nas maiores rubricas orçamentais, particularmente na factura dos salários públicos e na despesa com pensões"., penso que é uma sorte termos Vitor Gaspar na pasta das finanças.
Se o senhor arranjou 1.100 milhões de euros para salvar um banco mal gerido e que representa apenas 4% do mercado bancário nacional, com muito mais vontade, preserverança, tenacidade e, em seguimento disso, muito mais facilidade, vai conseguir arranjar dinheiro para cobrir as necessidades do Estado, de uma forma justa para todos, sem ter que aumentar mais impostos nem realizar cortes abruptos nos salários e pensões.
Se o senhor arranjou 1.100 milhões de euros para salvar um banco mal gerido e que representa apenas 4% do mercado bancário nacional, com muito mais vontade, preserverança, tenacidade e, em seguimento disso, muito mais facilidade, vai conseguir arranjar dinheiro para cobrir as necessidades do Estado, de uma forma justa para todos, sem ter que aumentar mais impostos nem realizar cortes abruptos nos salários e pensões.
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Vitor Gaspar
terça-feira, 26 de junho de 2012
É este o país que temos
Que Portugal é considerado um "país de brandos costumes", já todos sabíamos.
Que vivemos 48 anos debaixo de uma ditadura onde até poderá ter havido a industrialização nos anos 60, não entramos na guerra e conseguimos acumular riquezas consideráveis, mas não havia liberdade e que pouco ou nada se fez de concreto contra isso, a não ser a inércia de apoiar um golpe de estado, também o sabíamos.
Hoje tivemos a leitura da sentença de um caso que atenta contra a liberdade de imprensa e liberdade de informação e, mais uma vez, fica provado que isso são coisas de menos importância.
Certamente há quem considere que liberdade e informação não colocam fartura na mesa e não vale a pena lutar por algo tão natural como respirar, comer ou beber.
Ricardo Rodrigues foi condenado a pagar 4.950 € de multa no caso dos gravadores roubados na Assembleia da República aos jornalistas da Sábado.
Barato. Certamente mais barato do que a consequência que teriam as respostas às perguntas que foram feitas e que tanto incomodaram o deputado socialista.
Além de ser barato cometer um crime que lesa 10.000.000 milhões de portugueses ( todos têm o direito a serem informados), há coisas conclusões tomadas que, a meu ver, não têm lógica.
A acreditar na notícia do Económico, " O tribunal considerou que o arguido actuou "de forma irreflectida" quando se apoderou dos gravadores." e, mais à frente " O deputado socialista, que é advogado de profissão, disse que se apoderou dos gravadores para ter uma "prova" sólida para apresentar ao juiz que viesse a decidir a providência cautelar, que intentou dias depois, sobre a publicação da entrevista, que temia que viesse a ser "deturpada".".
Então o roubo foi de forma irreflectida ou de forma premeditada?!
Será que ninguém se preocupa com isso?
Que vivemos 48 anos debaixo de uma ditadura onde até poderá ter havido a industrialização nos anos 60, não entramos na guerra e conseguimos acumular riquezas consideráveis, mas não havia liberdade e que pouco ou nada se fez de concreto contra isso, a não ser a inércia de apoiar um golpe de estado, também o sabíamos.
Hoje tivemos a leitura da sentença de um caso que atenta contra a liberdade de imprensa e liberdade de informação e, mais uma vez, fica provado que isso são coisas de menos importância.
Certamente há quem considere que liberdade e informação não colocam fartura na mesa e não vale a pena lutar por algo tão natural como respirar, comer ou beber.
Ricardo Rodrigues foi condenado a pagar 4.950 € de multa no caso dos gravadores roubados na Assembleia da República aos jornalistas da Sábado.
Barato. Certamente mais barato do que a consequência que teriam as respostas às perguntas que foram feitas e que tanto incomodaram o deputado socialista.
Além de ser barato cometer um crime que lesa 10.000.000 milhões de portugueses ( todos têm o direito a serem informados), há coisas conclusões tomadas que, a meu ver, não têm lógica.
A acreditar na notícia do Económico, " O tribunal considerou que o arguido actuou "de forma irreflectida" quando se apoderou dos gravadores." e, mais à frente " O deputado socialista, que é advogado de profissão, disse que se apoderou dos gravadores para ter uma "prova" sólida para apresentar ao juiz que viesse a decidir a providência cautelar, que intentou dias depois, sobre a publicação da entrevista, que temia que viesse a ser "deturpada".".
Então o roubo foi de forma irreflectida ou de forma premeditada?!
Será que ninguém se preocupa com isso?
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