Retirado de um comentário (anónimo?) a um texto de João Lemos Esteves, no Expresso, sobre Daniel Oliveira:
" Claro que todos eles são defensores de regimens autoritários, dirigidos por eles, a vanguarda revolucionária e esclarecida, que conduzirão o rebanho à felicidade da barriga cheia. Eles, enquanto pastores, necessitam de cães de gado, para morder as canelas das ovelhas mais recalcitrantes. Nunca reconhecerão a igualdade das pessoas perante a lei. Há a aristocracia dirigente do partido e há as massas, que necessitam ser orientadas e reeducadas, se necessário.
A diferença entre Oliveira e a linha actual é que Oliveira tem a sensatez de saber que o projecto não passa de isso mesmo, é infactível, e que a única maneira de se aproximar do poder é servindo-se da muleta do PS.Dentro do poder, tentar-se-iam então novos avanços."
Cunhal pensava assim, chegar ao poder e depois actuar. Felizmente nunca chegou ao poder através de eleições.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Daniel Oliveira e o Bloco
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sábado, 10 de novembro de 2012
VIII Convenção BE
O Bloco mudou e quer mudar o PS!
João Teixeira Lopes, em entrevista à SIC Notícias, admitiu a hipótese do Bloco ir para o Governo, caso o PS mude.
Foi com o apoio de Soares que se nacionalizou a banca e as as grandes empresas... Ou seja, não será nada que os portugueses não conheçam.
João Teixeira Lopes, em entrevista à SIC Notícias, admitiu a hipótese do Bloco ir para o Governo, caso o PS mude.
Foi com o apoio de Soares que se nacionalizou a banca e as as grandes empresas... Ou seja, não será nada que os portugueses não conheçam.
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domingo, 4 de novembro de 2012
Jerónimo de Sousa em O.Azeméis - V
Vir um líder partidário à minha terra, por muito que discorde desse líder, é, para mim, um motivo de orgulho e de respeito.
Orgulho porque alguém reconheceu mérito a Oliveira de Azeméis, tanto que dedicou parte do seu tempo em se deslocar aqui. Orgulho também porque, devido a isso, Oliveira de Azeméis aparecerá nas notícias, tornando-se um concelho cada vez mais reconhecido.
O respeito que sinto, e que todos os oliveirenses deveriam sentir, vem no seguimento do orgulho: se alguém dedica parte do seu tempo a vir visitar Oliveira de Azeméis, a vir conhecer Oliveira de Azeméis, por mais que discordemos dos seus ideais, devemos respeito a essa pessoa, a esse partido.
Se pensarmos que hoje esteve em Oliveira de Azeméis Jerónimo de Sousa e que no último ano estiveram cá Marco António Costa, por duas vezes, Miguel Relvas, uma vez e Francisco Assis, outra vez, poderemos avaliar o quão importante é a nossa terra para as estruturas nacionais dos partidos.
Do PCP veio o líder, do PSD vieram dois generais da actual direcção e do PS veio uma pessoa que não é próxima do actual PS - nem do nacional nem do concelhio.
Posto isto, só posso pensar que das cabeças pensantes de Lisboa, dos líderes nacionais dos cinco maiores partidos, apenas dois têm respeito por Oliveira de Azeméis e pelos oliveirenses: PSD e PCP.
Assim sendo, parece-me justo dizer que os oliveirenses, nas próximas eleições, deverão escolher entre um partido social-democrata e um partido comunista ortodoxo, já que todos os outros não conhecem Oliveira de Azeméis e as necessidades e desejos das suas gentes.
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Jerónimo de Sousa em O.Azeméis - IV
Fui ao comício e saí de lá a pensar que Portugal não está bem, porventura as opções tomadas por este governo na resolução de alguns problemas estão longe de serem as mais acertadas mas, saí do comício a pensar que caso a esquerda unida fosse o governo, estaríamos muito pior.
Fui ao comício do PCP por gostar muito de política e esperava ouvir falar de política, de estratégia, quer para o país quer para o PCP.
Para o país, não houve nada de novo.
Para o PCP, infelizmente, também não. Numa altura em que o Bloco atravessa um período conturbado, seria altura para o PCP piscar o olho aos simpatizantes do bloquistas, trazendo-os para as suas fileiras.
Não ouvi uma única frase nesse sentido. Ouvi dizer que tinham entrado 1000 novos militantes e que seriam necessários mais. Fora isso, mais nada. Se não é aos simpatizantes bloquistas e socialistas que o PCP vai buscar simpatizantes e militantes, onde espera ir buscá-los?!
Outra coisa que não percebi foi a falta de grandes dirigentes a acompanhar Jerónimo de Sousa; especialmente por estarmos na semana em que se discutiu o Orçamento de Estado e por o PCP estar a preparar o 19º Congresso. Onde andam Carvalho da Silva e Francisco Lopes?!
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sábado, 15 de setembro de 2012
Manifestação apartidária?!
Dentro de algumas horas, nas principais cidades do país, vão-se concentrar pessoas manifestando-se contra a Troika, exigindo a demissão de Passos Coelho, exigindo a demissão de toda a classe política e muitas outras coisas, numa autêntica verborreia.
Amigos meus, democratas, votantes em todas as eleições, vão estar presentes. Eu não. Em Março de 2011, numa manifestação idêntica, na altura contra Sócrates, também não participei.
Por muita razão que todos nós tenhamos em nos manifestarmos contra a Troika, contra as políticas deste Governo, existindo o direito à indignação e à manifestação, temos que escolher a altura e os meios para o fazermos.
Vamos ter manifestações, porventura com milhares de pessoas, onde vão estar democratas, amantes da liberdades, cumpridores dos seus deveres como eleitores, vamos ter a extrema direita, vamos ter a extrema esquerda, vamos ter sindicatos, grupos anarquistas.
Será uma amalgama de gente, idêntica à manifestação de Março de 2011, com a única diferença que sai a JSD e entra a JS.
Vai ser uma manifestação apartidária mas onde, certamente, vão estar presentes Francisco Louçã para a sua última grande aparição pública, João Semedo, Catarina Martins, Arménio Carlos.
Também vão estar presentes gentes da "cultura subsidiada", chic a valer - jornalistas, actores, músicos, artistas plásticos, etc. - que, em claro sinal de corporativismo ( esse que foi abolido com o 25 de Abril de 1974 e não consagrado na Constituição de 1975) com os seus colegas "artistas" da RTP, vão querer reinvidicar subsídios para a "cultura" e a manutenção da televisão do estado.
Segundo os organizadores vão ser manifestações apartidárias mas a comunicação social, muitas vezes em conluíu com os amigos, vai tratar de dar voz a Francisco Louçã, João Semedo, Catarina Martins e Arménio Carlos.
Aí, em vez da ferocidade demonstrada para com alguns ministros, em vez de fazerem perguntas inteligentes e de acordo com o seus pensamentos, serão só "paninhos quentes" e "palmadinhas nas costas".
Podiam aproveitar estes momentos de grande manifestação popular e perguntar se nacionalizavam a banca, os seguros, a Galp, Portugal Telecom, Sonae, Jerónimo Martins e demais grandes empresas. Podiam perguntar se aplicavam uma taxa de 75%, ou mais, aos ordenados mais elevados. Podiam perguntar se nacionalizavam a comunicação social ou se simplesmente a censuravam. Podiam perguntar se taxavam os bens de luxo com 100%. Podiam perguntar se fechavam os estabelecimentos de ensino privado - desde o primeiro ciclo ao ensino superior. Podiam perguntar se abandonávamos o Euro. Podiam perguntar se se fechariam as fronteiras. Podiam perguntar se fechariam a Assembleia da República e mandariam para o exílio os ex deputados, ministros, secretários de estado do CDS, PSD e alguns do PS.
Nestas alturas, os jornalistas deviam perguntar tudo isto. Mas não. Limitam-se a colocar um microfone à frente e a transcrever tudo, sem escrutínio.
Por tudo isto, por muita vontade que teria em dizer "basta", não vou estar presente em nenhuma manifestação porque não quero fazer parte da "massa humana" que aparecerá nas televisões e nos jornais e que legitimarão as palavras dos líderes políticos radicais que vão estar presentes.
Por muita razão que todos nós tenhamos em nos manifestarmos contra a Troika, contra as políticas deste Governo, existindo o direito à indignação e à manifestação, temos que escolher a altura e os meios para o fazermos.
Vamos ter manifestações, porventura com milhares de pessoas, onde vão estar democratas, amantes da liberdades, cumpridores dos seus deveres como eleitores, vamos ter a extrema direita, vamos ter a extrema esquerda, vamos ter sindicatos, grupos anarquistas.
Vai ser uma manifestação apartidária mas onde, certamente, vão estar presentes Francisco Louçã para a sua última grande aparição pública, João Semedo, Catarina Martins, Arménio Carlos.
Também vão estar presentes gentes da "cultura subsidiada", chic a valer - jornalistas, actores, músicos, artistas plásticos, etc. - que, em claro sinal de corporativismo ( esse que foi abolido com o 25 de Abril de 1974 e não consagrado na Constituição de 1975) com os seus colegas "artistas" da RTP, vão querer reinvidicar subsídios para a "cultura" e a manutenção da televisão do estado.
Segundo os organizadores vão ser manifestações apartidárias mas a comunicação social, muitas vezes em conluíu com os amigos, vai tratar de dar voz a Francisco Louçã, João Semedo, Catarina Martins e Arménio Carlos.
Podiam aproveitar estes momentos de grande manifestação popular e perguntar se nacionalizavam a banca, os seguros, a Galp, Portugal Telecom, Sonae, Jerónimo Martins e demais grandes empresas. Podiam perguntar se aplicavam uma taxa de 75%, ou mais, aos ordenados mais elevados. Podiam perguntar se nacionalizavam a comunicação social ou se simplesmente a censuravam. Podiam perguntar se taxavam os bens de luxo com 100%. Podiam perguntar se fechavam os estabelecimentos de ensino privado - desde o primeiro ciclo ao ensino superior. Podiam perguntar se abandonávamos o Euro. Podiam perguntar se se fechariam as fronteiras. Podiam perguntar se fechariam a Assembleia da República e mandariam para o exílio os ex deputados, ministros, secretários de estado do CDS, PSD e alguns do PS.
Nestas alturas, os jornalistas deviam perguntar tudo isto. Mas não. Limitam-se a colocar um microfone à frente e a transcrever tudo, sem escrutínio.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
" Há uma esquerda que adora passar certificados. O PCP sempre se considerou a si próprio a verdadeira esquerda, negando esse estatuto a outros. Agora, ao PCP juntou-se o Bloco, nomeadamente aquele que é apontado por Francisco Louçã para próximo co-líder do partido, João Semedo. Numa entrevista ao “Público” vem este dizer que o PS tem de romper com a troika, acusando os socialistas de estarem “poluídos” por conceitos neoliberais. Para concretizar, interroga-se, referindo-se a um ex-ministro do PS: “O dr. Luís Amado é de esquerda?”.
Eu não tenho procuração de Luís Amado, mas ele afirma-se de esquerda. Ainda o dr. Semedo andava a defender as ditaduras do Leste, já Luís Amado se dizia de esquerda e defendia a democracia. O dr. Semedo, que prudentemente deixou o Comité Central do PC já o muro de Berlim caíra há quase três anos e já o PCUS estava desfeito, pode arrogar-se a passar diplomas, mas não pode eximir-se a que lhe exijam os seus. Será o dr. Semedo um democrata? Ou estará o dr. Semedo ‘poluído’ pela fria e desumana barbárie comunista que defendeu até depois dos 40 anos de idade?
Ah, não há dúvida! Muitos saem do PCP, mas o PCP não sai de alguns deles..."
Henrique Monteiro, in Facebook
Eu não tenho procuração de Luís Amado, mas ele afirma-se de esquerda. Ainda o dr. Semedo andava a defender as ditaduras do Leste, já Luís Amado se dizia de esquerda e defendia a democracia. O dr. Semedo, que prudentemente deixou o Comité Central do PC já o muro de Berlim caíra há quase três anos e já o PCUS estava desfeito, pode arrogar-se a passar diplomas, mas não pode eximir-se a que lhe exijam os seus. Será o dr. Semedo um democrata? Ou estará o dr. Semedo ‘poluído’ pela fria e desumana barbárie comunista que defendeu até depois dos 40 anos de idade?
Ah, não há dúvida! Muitos saem do PCP, mas o PCP não sai de alguns deles..."
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
PCP faz rasteira ao Bloco
Sem nenhuma consequência governativa, o PCP anuncia uma moção de censura ao Governo, apenas e só para mostrar ao eleitorado de extrema esquerda que, neste momento, é mais radical/ preocupado que o Bloco.
Não penso que seja mal feito, só gostava que neste momento o PCP ( ou outro partido que apresente uma moção de censura) apresentasse um plano para governar Portugal, caso a moção seja aprovada e que leve à queda do actual Governo.
Não penso que seja mal feito, só gostava que neste momento o PCP ( ou outro partido que apresente uma moção de censura) apresentasse um plano para governar Portugal, caso a moção seja aprovada e que leve à queda do actual Governo.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Estou confuso, deveras confuso
Quando me preparava para parabenizar o CDS pelo excelente resultado na Madeira, achincalhando o PS e o Bloco e concordando em pleno com o que disse Jerónimo de Sousa em relação às candidaturas sem nenhum fim, sou surpreendido.
Então não é que o CDS, afinal, não quer ter " a voz" da oposição na Madeira e decidiu recambiar o seu homem para Lisboa?!
Quando o povo votou sabia disso?!
Então não é que o CDS, afinal, não quer ter " a voz" da oposição na Madeira e decidiu recambiar o seu homem para Lisboa?!
Quando o povo votou sabia disso?!
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domingo, 2 de outubro de 2011
Jantar comício PS Madeira - II
António José Seguro, ao contrário do líder do PS Madeira que acusou Jardim de "ladrão", passou parte do discurso a atacar Passos Coelho.
Entendo que ele o faça porque é parte do seu papel como líder da oposição. No entanto não deveria ter memória curta, ou será que já se esqueceu do seu arqui-inimigo Sócrates?
Seguro acusou Passou Coelho de estar a maquilhar as contas da Madeira mas esquece-se que o que se passa na Madeira não é de agora, é de há muito, especialmente dos últimos quatro anos.
Ao esquecer-se disso, esquece-se também que quem governou até há três meses foi o PS de Sócrates,autorizando tudo o que se passou na Madeira.
Posto isto, se o Bloco, o PCP e até o CDS quiserem criticar as políticas de Jardim, que o façam a seu belo prazer. No caso do PS, não ficavam mal na fotografia se mantivessem a boca fechada porque compactuaram com tudo o que Alberto João Jardim fez nos últimos seis anos.
Entendo que ele o faça porque é parte do seu papel como líder da oposição. No entanto não deveria ter memória curta, ou será que já se esqueceu do seu arqui-inimigo Sócrates?
Seguro acusou Passou Coelho de estar a maquilhar as contas da Madeira mas esquece-se que o que se passa na Madeira não é de agora, é de há muito, especialmente dos últimos quatro anos.
Ao esquecer-se disso, esquece-se também que quem governou até há três meses foi o PS de Sócrates,autorizando tudo o que se passou na Madeira.
Posto isto, se o Bloco, o PCP e até o CDS quiserem criticar as políticas de Jardim, que o façam a seu belo prazer. No caso do PS, não ficavam mal na fotografia se mantivessem a boca fechada porque compactuaram com tudo o que Alberto João Jardim fez nos últimos seis anos.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Raramente, mas muito raramente concordo com as ideias das pessoas do Bloco.
Costumam falar de democracia de alternância como que culpabilizando o povo por não votar neles, como se o PSD ou PS chegassem ao poder através de algum Golpe de Estado.
Hoje tive uma agradável surpresa ao ver que Daniel Oliveira escreveu "Responsabilizar criminalmente Jardim pela dívida é desresponsabilizar a democracia", dando a entender que é esse mesmo povo, que constitui a democracia a quase 100%, que deve julgar os actos da governação de quem quer que seja.
Se a Madeira se individou durante a governação de Jardim, Oeiras com Isaltino ou Portugal inteiro com Sócrates, a maior responsabilidade disso foi de quem votou nessas pessoas, de forma continuada, porque pensavam que poderiam viver melhor da forma que viviam.
Assim sendo, a culpa é de todos, a começar em quem votou; não queiram agora desresponsabilizar-se desse acto democrático e querer que a justiça resolva o que não é da sua competência.
Caso se começa a responsabilizar criminalmente actos de governação, vamos deixar de ter pessoas a concorrem a cargos públicos!
Costumam falar de democracia de alternância como que culpabilizando o povo por não votar neles, como se o PSD ou PS chegassem ao poder através de algum Golpe de Estado.
Hoje tive uma agradável surpresa ao ver que Daniel Oliveira escreveu "Responsabilizar criminalmente Jardim pela dívida é desresponsabilizar a democracia", dando a entender que é esse mesmo povo, que constitui a democracia a quase 100%, que deve julgar os actos da governação de quem quer que seja.
Se a Madeira se individou durante a governação de Jardim, Oeiras com Isaltino ou Portugal inteiro com Sócrates, a maior responsabilidade disso foi de quem votou nessas pessoas, de forma continuada, porque pensavam que poderiam viver melhor da forma que viviam.
Assim sendo, a culpa é de todos, a começar em quem votou; não queiram agora desresponsabilizar-se desse acto democrático e querer que a justiça resolva o que não é da sua competência.
Caso se começa a responsabilizar criminalmente actos de governação, vamos deixar de ter pessoas a concorrem a cargos públicos!
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sábado, 27 de agosto de 2011
Louçã está na Eucaristia Vespertina e escolheu a terra natal de Américo Amorim para o fazer.
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Um anúncio para calar a esquerda ou é mesmo para seguir em frente?!
Prefiro a primeira, e espero mesmo que seja apenas um anúncio.
Se recordarmos a primeira medida do segundo governo de Sócrates, foi a permissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Foi uma medida populista que serviu apenas para agradar a alguns (poucos) socialistas mais dados a minorias, uma medida votada com sorriso amarelo pelo PCP e que foi o júbilo do Bloco.
Esta semana assistiu-se a um anuncio a roçar muito o populismo, que seria uma tributação especial para ricos. Parece uma coisa dita por um partido que não tem intenção de chegar a Governo... mas é triste porque tal anúncio é lançado pelo próprio Governo.
O problema de uma tributação aos "ricos" começa pela própria definição de "rico".
É quem ganha muito?
Os prémios também entram nessa conta?
Quem ganha 500.000 € por ano é diferente de quem ganha 499.999 €?
As profissões de desgaste rápido, como os desportistas, que pagam menos IRS e a retenção na fonte é menor, também entram na categoria dos ricos ou serão apenas ricos de desgaste rápido e por isso não são contabilizados?
É quem tem muito património?
É património móvel ou imóvel?
Urbano ou rural?
Se for coleccionismo, temos avalistas especializados para as mais diversas áreas?
Se for património proveniente de herança e anteriormente tributado, como é?
São tantas dúvidas para as quais gostaria de ter resposta...
O que me entristece ainda mais no meio disto tudo é o aval dado pelo Presidente da República a tal medida e, ao que parece, vai ser mais uma tributação ao rendimento, deixando o património de fora.
De qualquer maneira, é mau, é péssimo.
Não concordo que seja sempre a classe média a pagar a crise mas isto também não se faz. Não estou a defender os ricos - não tendo sequer rendimentos ou património que me leve sequer a pensar ser um candidato a rico - mas para se chegar a um determinado nível de rendimentos, teve que ser merecido.
Se se mereceu, foi porque se estudou e trabalhou para que tal acontece-se; ou seja, estamos a falar, em princípio, de bons quadros, de bons dirigentes, gestores, advogados, médicos, juízes, etc..
Estamos a falar de pessoas que, pelo que auferem, entregam ao Estado 46,5% do que ganham, em imposto. Além disso, vivemos num país onde o IVA é de 23%.
Se a estes 46,5% de imposto formos somar mais outro imposto, quem tem vontade de trabalhar em Portugal? Quem tem vontade de viver num país onde se ganha mal e onde os que ganham menos mal têm que entregar 50% do seu ordenado?
De futuro as pessoas vão perguntar se valerá a pena estudar e esforçar-se, deixar de estar com a família para trabalhar?!
Caso esta medida avance teremos pelo menos um de três problemas: ou decresce o número de licenciados e jovens empresários, empreendedores de um modo geral.
Ou aumenta a emigração das elites portuguesas, amputando a todos um futuro melhor.
Ou as empresas baixam significativamente o salário dos seus melhores Quadros e Administradores e entregam-lhes um cartão Visa para todo e qualquer tipo de gastos, fugindo dessa maneira aos impostos.
Qualquer um dos casos é mau.
Será que esta medida altera alguma coisa? Será que é com esta medida que se resolvem os problemas da crise social, económica e financeira herdada dos socialistas?!
Não.
Apesar da minha simpatia para com este Governo e para com as medidas que tem vindo a tomar, digo claramente que esta é uma medida populistas, fazendo lembrar os discursos do Dr. Louçã.
P.S.: Apesar do que defendo, achei as declarações de Américo Amorim muito tristes. Mas, conhecedendo minimamente a história do empresário, não me surpreenderam.
Se recordarmos a primeira medida do segundo governo de Sócrates, foi a permissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Foi uma medida populista que serviu apenas para agradar a alguns (poucos) socialistas mais dados a minorias, uma medida votada com sorriso amarelo pelo PCP e que foi o júbilo do Bloco.
Esta semana assistiu-se a um anuncio a roçar muito o populismo, que seria uma tributação especial para ricos. Parece uma coisa dita por um partido que não tem intenção de chegar a Governo... mas é triste porque tal anúncio é lançado pelo próprio Governo.
O problema de uma tributação aos "ricos" começa pela própria definição de "rico".
É quem ganha muito?
Os prémios também entram nessa conta?
Quem ganha 500.000 € por ano é diferente de quem ganha 499.999 €?
As profissões de desgaste rápido, como os desportistas, que pagam menos IRS e a retenção na fonte é menor, também entram na categoria dos ricos ou serão apenas ricos de desgaste rápido e por isso não são contabilizados?
É quem tem muito património?
É património móvel ou imóvel?
Urbano ou rural?
Se for coleccionismo, temos avalistas especializados para as mais diversas áreas?
Se for património proveniente de herança e anteriormente tributado, como é?
São tantas dúvidas para as quais gostaria de ter resposta...
O que me entristece ainda mais no meio disto tudo é o aval dado pelo Presidente da República a tal medida e, ao que parece, vai ser mais uma tributação ao rendimento, deixando o património de fora.
De qualquer maneira, é mau, é péssimo.
Não concordo que seja sempre a classe média a pagar a crise mas isto também não se faz. Não estou a defender os ricos - não tendo sequer rendimentos ou património que me leve sequer a pensar ser um candidato a rico - mas para se chegar a um determinado nível de rendimentos, teve que ser merecido.
Se se mereceu, foi porque se estudou e trabalhou para que tal acontece-se; ou seja, estamos a falar, em princípio, de bons quadros, de bons dirigentes, gestores, advogados, médicos, juízes, etc..
Estamos a falar de pessoas que, pelo que auferem, entregam ao Estado 46,5% do que ganham, em imposto. Além disso, vivemos num país onde o IVA é de 23%.
Se a estes 46,5% de imposto formos somar mais outro imposto, quem tem vontade de trabalhar em Portugal? Quem tem vontade de viver num país onde se ganha mal e onde os que ganham menos mal têm que entregar 50% do seu ordenado?
De futuro as pessoas vão perguntar se valerá a pena estudar e esforçar-se, deixar de estar com a família para trabalhar?!
Caso esta medida avance teremos pelo menos um de três problemas: ou decresce o número de licenciados e jovens empresários, empreendedores de um modo geral.
Ou aumenta a emigração das elites portuguesas, amputando a todos um futuro melhor.
Ou as empresas baixam significativamente o salário dos seus melhores Quadros e Administradores e entregam-lhes um cartão Visa para todo e qualquer tipo de gastos, fugindo dessa maneira aos impostos.
Qualquer um dos casos é mau.
Será que esta medida altera alguma coisa? Será que é com esta medida que se resolvem os problemas da crise social, económica e financeira herdada dos socialistas?!
Não.
Apesar da minha simpatia para com este Governo e para com as medidas que tem vindo a tomar, digo claramente que esta é uma medida populistas, fazendo lembrar os discursos do Dr. Louçã.
P.S.: Apesar do que defendo, achei as declarações de Américo Amorim muito tristes. Mas, conhecedendo minimamente a história do empresário, não me surpreenderam.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Santana Lopes e a Santa Casa: o dinamismo que a instituição necessita
Aterrei há pouco em Portugal e deparo-me com a notícia que Pedro Santana Lopes poderá presidir à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Uma notícia que poderá surpreender muita gente mas que a mim, por uma sucessão de factos que não vale a pena referir aqui, não me surpreende de todo.
Caso Santana avance para a presidência da instituição, penso que fará um bom trabalho.
Digo isto desprendido de tudo e todos já que nunca admirei o senhor - excepção feita naquela saída intempestiva do programa da SIC N - apesar de, e se calhar por causa disso mesmo, a par de Mário Soares, deverão ser os unicos em Portugal que abrem a boca para dizer uma série de bacoradas e têm 10.000 a bater palmas!
Voltando à Santa Casa, parece-me que Santana irá fazer um bom trabalho porque o marketing e o core business dos Jogos Santa Casa - porventura os maiores financiadores da Santa Casa da Misericórdia - têm que mudar. Santana é um homem capaz de impingir essa mudança.
Actualmente os Jogos da Santa Casa perdem terreno todos os dias face a um novo tipo de jogo: o jogo online.
Algumas pessoas de esquerda - as do PS porque quer PCP quer BE nunca gostaram muito da função misericordiosa da Santa Casa e muito menos do jogo - e outras de uma direita mais conservadora vêm com maus olhos esta "nova aventura" online porque acham quase pornográfico o jogo financiar obras de caridade, obras junto de quem mais necessita, de cada vez mais famílias que se vêm em situações de vida muito complicadas.
Se não houver uma modernização dos jogos no formato tradicional de quiosque e não existir uma evolução para o online, as receitas decrescem e o dinheiro disponível para as ditas obras torna-se escasso.
Posto isto, urge a mudança e Santana será o homem capaz de a fazer.
Uma notícia que poderá surpreender muita gente mas que a mim, por uma sucessão de factos que não vale a pena referir aqui, não me surpreende de todo.
Caso Santana avance para a presidência da instituição, penso que fará um bom trabalho.
Digo isto desprendido de tudo e todos já que nunca admirei o senhor - excepção feita naquela saída intempestiva do programa da SIC N - apesar de, e se calhar por causa disso mesmo, a par de Mário Soares, deverão ser os unicos em Portugal que abrem a boca para dizer uma série de bacoradas e têm 10.000 a bater palmas!
Voltando à Santa Casa, parece-me que Santana irá fazer um bom trabalho porque o marketing e o core business dos Jogos Santa Casa - porventura os maiores financiadores da Santa Casa da Misericórdia - têm que mudar. Santana é um homem capaz de impingir essa mudança.
Actualmente os Jogos da Santa Casa perdem terreno todos os dias face a um novo tipo de jogo: o jogo online.
Algumas pessoas de esquerda - as do PS porque quer PCP quer BE nunca gostaram muito da função misericordiosa da Santa Casa e muito menos do jogo - e outras de uma direita mais conservadora vêm com maus olhos esta "nova aventura" online porque acham quase pornográfico o jogo financiar obras de caridade, obras junto de quem mais necessita, de cada vez mais famílias que se vêm em situações de vida muito complicadas.
Se não houver uma modernização dos jogos no formato tradicional de quiosque e não existir uma evolução para o online, as receitas decrescem e o dinheiro disponível para as ditas obras torna-se escasso.
Posto isto, urge a mudança e Santana será o homem capaz de a fazer.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Ora bem, Louça diz que daqui a dois anos fazem uma análise às eleições.
Daniel Oliveira diz que Louçã se devia demitir.
Fernando Rosas diz que perder eleições não é razão para Daniel Oliveira ( e Miguel Portas?) pedir eleições.
Luis Fazenda diz não conhecer Daniel Oliveira.
Louçã diz que Rui Tavares disse que não reconhecia Fernando Rosas como fundador:
Marisa Matias diz que a decisão de Rui Tavares é forte de mais para quem apenas tem problemas pessoais com o líder.
É impressão minha ou o Bloco passou a vários tijolos de 6?
Daniel Oliveira diz que Louçã se devia demitir.
Fernando Rosas diz que perder eleições não é razão para Daniel Oliveira ( e Miguel Portas?) pedir eleições.
Luis Fazenda diz não conhecer Daniel Oliveira.
Louçã diz que Rui Tavares disse que não reconhecia Fernando Rosas como fundador:
Marisa Matias diz que a decisão de Rui Tavares é forte de mais para quem apenas tem problemas pessoais com o líder.
É impressão minha ou o Bloco passou a vários tijolos de 6?
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Lembram-se do Ministro da Informação Iraquiano?! Aquele que negava que o exército dos EUA estava às portas de Bagdad?!
Louçã parece sofrer do mesmo síndrome.
Louçã parece sofrer do mesmo síndrome.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Depois de ter ouvido o discurso de Louçã e ontem as declarações de Fernando Rosas pergunto: já chegamos à Albânia?!
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
João Galamba continua a não acertar uma
Depois de ter passado uma vida inteira a defender o PS de Sócrates, cegamente, sem nenhum tipo escrutínio, sem olhar a meios para atingir os seus fins, volta a falhar. Agora como analista político.
( provavelmente esta falha como analista demonstra bem por que defendeu sempre Sócrates e o PS, afinal parece ser um ciclo vicioso…)
Galamba, no Jugular, fala de uma crónica de Daniel Oliveira onde o bloquista aponta falhas nos 6 anos de governação PS. Sem querer entrar a fundo na questão, apenas ressalvo que Galamba, o analista, diz que Daniel Oliveira diz que o PS deveria ser como ele o BE gostariam: com politicas de esquerda, excesso de estado, etc. etc..
Pois é aqui mesmo que ele se engana! O BE gosta de um PS virado à direita, encostado ao PSD, para poder ficar com a franja de eleitorado mais radical.
( provavelmente esta falha como analista demonstra bem por que defendeu sempre Sócrates e o PS, afinal parece ser um ciclo vicioso…)
Galamba, no Jugular, fala de uma crónica de Daniel Oliveira onde o bloquista aponta falhas nos 6 anos de governação PS. Sem querer entrar a fundo na questão, apenas ressalvo que Galamba, o analista, diz que Daniel Oliveira diz que o PS deveria ser como ele o BE gostariam: com politicas de esquerda, excesso de estado, etc. etc..
Pois é aqui mesmo que ele se engana! O BE gosta de um PS virado à direita, encostado ao PSD, para poder ficar com a franja de eleitorado mais radical.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
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