José Lello e o Facebook são duas entidades que não coabitam muito bem, porventura por causa de algo no Blackberry do conhecido deputado socialista.
Em tempos foi uma mensagem sobre o Presidente da Republica que era para ser para um amigo et voilà apareceu visível a toda a gente.
Ontem, a mensagem que deveria ser para algum estratega do partido e que saíu para o público, foi esta:
"A maioria dos funcionários públicos são eleitores do PS.Todavia,o PS andava ciumento do PSD e nostálgico por não apresentar propostas fraturantes e não ter personalidades assim tão radicais como o SE Moedas a polarizarem as atenções dos media.Ainda que fosse por razões menos boas.Talvez por isso,mau grado o ataque sem regras nem decoro a que o PSD tem sujeito os funcionários públicos,o PS veio agora defender a extinção do serviço de saúde para o qual os ditos funcionários descontam mensalmente,o ADSE.Se o PSD malhava nos funcionários públicos,o PS também teria aí de molhar a sopa.Se eles tinham um Moedas,o PS aspiraria a ter,pelo menos,uns moedinhas!"
Retenho: "A maioria dos funcionários públicos são eleitores do PS."
O problema de Lello não são as famílias que sofrerão com os a extinção da ADSE, o problema não são as contas do Estado.
O problema é tão é só as eleições e a guerra interna no PS.
Assim não vale a pena fazer política.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Lello e o Facebook
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Acordo entre governo e PS
A avaliar por esta notícia, que diz que o PS pretender extinguir a ADSE, podemos constatar que existia um acordo prévio entre governo e PS, antes de ser divulgado o famigerado relatório do FMI.
A questão que se coloca é velha: "o que nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?"; neste caso é: o que nasceu primeiro, o acordo entre Passos Coelho e Seguro para a refundação do estado ou o pedido de um relatório ao FMI?
É importante esta questão?! É.
Se o acordo foi firmado antes do pedido do relatório, quer dizer que o governo e a oposição, neste momento, têm igual responsabilidade sobre o futuro da orgânica do Estado, não tendo, nem um nem outro, a coragem necessária para apresentar tais medidas e sendo necessário pedir ao FMI que escreva umas coisas que legitimem o que aí vem. Ninguém é inocente.
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