Ouvi há pouco as declarações do Presidente da República , as quais não achei muito diferentes do discurso de tomada de posse.
No entanto, agora, ao invés da época, não ouvi ninguém do PS a dizer que o Presidente estava a colocar a estabilidade política nacional em causa e que gostaria que o governo caísse. Ele há coisas!
Posto isto e ouvindo o monólogo de Carlos César de há alguns dias atrás tenho a dizer que Cavaco personifica perfeitamente o "preso por ter cão preso por não ter".
Se o Presidente interfere a roçar ao de leve o estilo de Soares ou Sampaio, é partidário.
Se o Presidente nada diz, é amorfo.
Se fala mal do PS, tem problemas antigos por resolver... E meus caros, neste aspecto, penso que quem tem problemas antigos por resolver é o PS porque nunca interiorizou que Cavaco Silva foi um excelente Primeiro Ministro, o melhor que já tivemos, e que conseguiu o equilíbrio necessário entre todos os players nacionais. De tal forma que ganhou 5 das 6 eleições em que concorreu.
O que o PS nunca conseguiu admitir foi que depois de 10 anos em que se fizeram reformas importantes e alguns investimentos extremamente necessários, Guterres e os seus camaradas tentaram fazer melhor. Não conseguiram, apenas esbanjaram dinheiro e o resultado está à vista.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
O problema de Cavaco
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
RTP Açores
Se muitos falam da opressão e controlo dos média na Madeira, é porque não conhecem ou não querem conhecer a situação idêntica que se passa nos Açores.
Depois de Miguel Relvas ter dito na Assembleia da República que as RTP regionais ( Madeira e Açores) eram despesistas e deveriam funcionar apenas das 19 às 23 horas, Carlos César, no seu jeito buçal, reagiu.
Reagiu de forma ridícula dizendo que as missas e as procissões vão passar à hora de jantar.
Será que andamos todos a pagar para os Açorianos assistirem à missa?! Nesse caso, Carlos César deveria, em temposde PS no Governo, ter defendido uma RTP Minho para passarem as Festas da Nossa Senhora da Agonia e as Feiras Novas, RTP Centro com a transmissão da reza do Terço no Santuário de Fátima e, como todos os portugueses deverão ser tratados de igual forma, independentemente do seu credo ou religião, uma RTP Zona J com transmissão de cerimónias muçulmanas e ainda uma RTP Beiras para transmitir o Bar Mitzvah de alguns jovens de Belmonte.
Carlos César, como qualquer bom socialista, não deve ser católico e, por isso, não lhe deve interessar a missa para coisa alguma.
Carlos César, como qualquer bom socialista, como Presidente do Governo Regional dos Açores, deve pretender ter um órgão de comunicação social de propaganda, pretende ter a sua RTP Açores para poder mostrar o que bem lhe interessa, para poder fazer campanha contra o PSD Açores, para poder atacar Cavaco Silva como o fez no Estato dos Açores e, no fim, serem todos os portugueses a pagar a conta.
Caro Carlos César, se um qualquer português que more em Oliveira de Azeméis, Tortosendo, Loulé, Cascais ou qualquer outra terra de Portugal continental tem direito a 4 canais de televisão, porque é que nas regiões autónomas todos temos de pagar mais um canal público só para as populações verem notícias das suas vilas e aldeias?!
Para propaganda não, obrigado.
Depois de Miguel Relvas ter dito na Assembleia da República que as RTP regionais ( Madeira e Açores) eram despesistas e deveriam funcionar apenas das 19 às 23 horas, Carlos César, no seu jeito buçal, reagiu.
Reagiu de forma ridícula dizendo que as missas e as procissões vão passar à hora de jantar.
Será que andamos todos a pagar para os Açorianos assistirem à missa?! Nesse caso, Carlos César deveria, em temposde PS no Governo, ter defendido uma RTP Minho para passarem as Festas da Nossa Senhora da Agonia e as Feiras Novas, RTP Centro com a transmissão da reza do Terço no Santuário de Fátima e, como todos os portugueses deverão ser tratados de igual forma, independentemente do seu credo ou religião, uma RTP Zona J com transmissão de cerimónias muçulmanas e ainda uma RTP Beiras para transmitir o Bar Mitzvah de alguns jovens de Belmonte.
Carlos César, como qualquer bom socialista, não deve ser católico e, por isso, não lhe deve interessar a missa para coisa alguma.
Carlos César, como qualquer bom socialista, como Presidente do Governo Regional dos Açores, deve pretender ter um órgão de comunicação social de propaganda, pretende ter a sua RTP Açores para poder mostrar o que bem lhe interessa, para poder fazer campanha contra o PSD Açores, para poder atacar Cavaco Silva como o fez no Estato dos Açores e, no fim, serem todos os portugueses a pagar a conta.
Caro Carlos César, se um qualquer português que more em Oliveira de Azeméis, Tortosendo, Loulé, Cascais ou qualquer outra terra de Portugal continental tem direito a 4 canais de televisão, porque é que nas regiões autónomas todos temos de pagar mais um canal público só para as populações verem notícias das suas vilas e aldeias?!
Para propaganda não, obrigado.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Prioridades açorianas
O Governo Regional dos Açores paga os salários de uma SAD, mas depois não tem dinheiro para realizar uma intervenção arqueológica que poderá mudar o entendimento da história mundial e atrair um novo tipo de turismo à Região Autónoma, sendo uma nova fonte de receitas.
A propaganda consegue cada coisa...
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domingo, 30 de janeiro de 2011
O novo PS
Estou a ver os comentários à entrada da Comissão Nacional do PS e cada vez mais penso que o partido socialista de Sócrates está próximo da cisão. Bem sei que não estou a ser 100% leal porque para dizer isto não tomei em conta apenas as declarações à entrada da reunião mas junto-lhe o comentário de Carrilho, ontem na TVI.
Almeida Santos, espelhando a posição da direcção socialista, continua a falar do discurso do Presidente como se isso fosse minimamente importante para a situação em que o país se encontra.
Quer dizer, não interessa ao país mas interessa aos senhores que nos governam desde 2005, que nos governaram de 1995 a 2002, que constantemente atiram fogo de artificio na tentativa de esconder o real estado em que nos encontramos.
Actualmente, mais vale falar do discurso do Presidente do que nos milhões de euros que não foram utilizados no QREN e que, por exemplo, ajudariam melhorar o tecido empresarial português e a combater o desemprego. É que se falarem deste tipo de questões, vê-se bem a inoperância de muitos ministros da nação...
Por outro lado, um PS diferente é aquele onde estão Ana Gomes ( "maluquinha", segundo alguns), Francisco Assis ( aturável mas "incrivelmente chato" porque fala o que pensa e é uma "pessoa séria", segundo outros) ou Manuel Maria Carrilho ( "porque não o deixaram ficar em Paris, lá ao menos estava calado", dirão outros).
Este grupo de pessoas, e muitos mais dentro do partido, sabem reconhecer os erros de Sócrates e da maioria de 2005 a 2009; sabem reconhecer que o Governo não governa desde as europeias de 2009 , estando em gestão, em campanha eleitoral; sabem como funciona a agência de contra-informação do Governo e do Primeiro Ministro e que tão bem actuou na campanha eleitoral com o Caso BPN e a candidatura de Defensor Moura; sabem como funciona a escumalha partidária, que vai de Santos Silva a Carlos César, passando por Alberto Martins ou António Costa.
E felizmente não querem fazer parte dela!
Almeida Santos, espelhando a posição da direcção socialista, continua a falar do discurso do Presidente como se isso fosse minimamente importante para a situação em que o país se encontra.
Quer dizer, não interessa ao país mas interessa aos senhores que nos governam desde 2005, que nos governaram de 1995 a 2002, que constantemente atiram fogo de artificio na tentativa de esconder o real estado em que nos encontramos.
Actualmente, mais vale falar do discurso do Presidente do que nos milhões de euros que não foram utilizados no QREN e que, por exemplo, ajudariam melhorar o tecido empresarial português e a combater o desemprego. É que se falarem deste tipo de questões, vê-se bem a inoperância de muitos ministros da nação...
Por outro lado, um PS diferente é aquele onde estão Ana Gomes ( "maluquinha", segundo alguns), Francisco Assis ( aturável mas "incrivelmente chato" porque fala o que pensa e é uma "pessoa séria", segundo outros) ou Manuel Maria Carrilho ( "porque não o deixaram ficar em Paris, lá ao menos estava calado", dirão outros).
Este grupo de pessoas, e muitos mais dentro do partido, sabem reconhecer os erros de Sócrates e da maioria de 2005 a 2009; sabem reconhecer que o Governo não governa desde as europeias de 2009 , estando em gestão, em campanha eleitoral; sabem como funciona a agência de contra-informação do Governo e do Primeiro Ministro e que tão bem actuou na campanha eleitoral com o Caso BPN e a candidatura de Defensor Moura; sabem como funciona a escumalha partidária, que vai de Santos Silva a Carlos César, passando por Alberto Martins ou António Costa.
E felizmente não querem fazer parte dela!
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sábado, 29 de janeiro de 2011
O Jardim dos Açores
Desde sempre que ouvi dizer cobras e lagartos de Alberto João Jardim: ditador, intriguista, usurpador, populista, abusador de poder.
Alberto João Jardim, devido à forma entusiasta de fazer política e, sobretudo, devido ás inúmeras vitórias que trouxe ao PSD, coleccionou inimigos ( alguns dentro do partido), coleccionou críticas, coleccionou maledicências. E se se vir bem a origem delas, tem sido sempre a mesma origem: o PS e a nova/ velha esquerda moralista do BE.
Comparando o seu papel na política e o seu poder instalado com o papel político e poder instalado de Carlos César, Jardim é quase apelido de parque infantil!
Sem ser exuberante, sem ser publicamente intriguista, Carlos César faz muito pior a Portugal do que querem fazer crer que faz Alberto João Jardim.
As ultimas afrontas que esse senhor teve para com os Portugueses, que em altura de crise económica e onde todos se viram com salários reduzidos, não acatou os desígnios do Governo, criando uma situação especial para os Açores.
Eu sinto-me ofendido e creio que todos os portugueses também se sentirão.
Mediante isto, gostava de ouvir a explicação que os 152 deputados - do PS, BE, PCP, Verdes, CDS-PP, Mota Amaral e Joaquim Ponte - que votaram favoravelmente os Estatuto dos Açores têm a dar aos Portugueses por um Governante desrespeitar ordens superiores, colocando a economia e a saída da crise em causa, e em que nem o próprio Presidente da República poderá fazer o que quer que seja.
Se Alberto João Jardim fizesse metade do que esse senhor fez, certamente que existia muita gente com vontade de afogar a Ilha da Madeira.
Alberto João Jardim, devido à forma entusiasta de fazer política e, sobretudo, devido ás inúmeras vitórias que trouxe ao PSD, coleccionou inimigos ( alguns dentro do partido), coleccionou críticas, coleccionou maledicências. E se se vir bem a origem delas, tem sido sempre a mesma origem: o PS e a nova/ velha esquerda moralista do BE.
Comparando o seu papel na política e o seu poder instalado com o papel político e poder instalado de Carlos César, Jardim é quase apelido de parque infantil!
Sem ser exuberante, sem ser publicamente intriguista, Carlos César faz muito pior a Portugal do que querem fazer crer que faz Alberto João Jardim.
As ultimas afrontas que esse senhor teve para com os Portugueses, que em altura de crise económica e onde todos se viram com salários reduzidos, não acatou os desígnios do Governo, criando uma situação especial para os Açores.
Eu sinto-me ofendido e creio que todos os portugueses também se sentirão.
Mediante isto, gostava de ouvir a explicação que os 152 deputados - do PS, BE, PCP, Verdes, CDS-PP, Mota Amaral e Joaquim Ponte - que votaram favoravelmente os Estatuto dos Açores têm a dar aos Portugueses por um Governante desrespeitar ordens superiores, colocando a economia e a saída da crise em causa, e em que nem o próprio Presidente da República poderá fazer o que quer que seja.
Se Alberto João Jardim fizesse metade do que esse senhor fez, certamente que existia muita gente com vontade de afogar a Ilha da Madeira.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Carlos César, armado em Feiticeiro de Oz, refere que Cavaco Silva desrespeitou a o Governo Regional e a Assembleia Regional por não ter reunido com eles.
Carlos César, mágico demagogo, apenas tentar mostrar uma falsa maldade de Cavaco para com os Açorianos por este, em campanha eleitoral e sem estar em funções presidências, não ter reunido com o Presidente do Governo Regional ( ou Presidente dos Açorianos como deve gostar de ser chamado!).
Carlos César, mágico demagogo, apenas tentar mostrar uma falsa maldade de Cavaco para com os Açorianos por este, em campanha eleitoral e sem estar em funções presidências, não ter reunido com o Presidente do Governo Regional ( ou Presidente dos Açorianos como deve gostar de ser chamado!).
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