" O PS e Sócrates sangram-se em saúde contra as "brejeirices", alusão pouco velada à afirmação de Eduardo Catroga, legitimamente furioso com o tropismo dos jornalistas para a trivialidade e os "casos". Que nunca lhe doam as mãos nem as palavras, e como eu percebo bem aquela fúria! Aquele homem trabalhou intensamente no Programa do PSD, animado por uma genuína intenção de fazer serviço público pelo seu país, tentou estudar soluções para problemas, fez um esforço que muita gente com o seu estatuto não está hoje disposta a dar, e depois assiste ao sucesso da máquina casuística do PS que percebe bem demais como funciona a comunicação social e a manipula.
Danado, usou um plebeísmo que há uns anos era de uso comum, fazendo bater com a mão no peito aqueles que acham que os pêlos púbicos devem ser tratados apenas pela sua designação científica ou até eventualmente ignorados na anatomia humana. E um mundo de gente habituada às causas fracturantes, que acha que é moderna e desempoeirada, transforma pentelhos em "pent..." e berra contra as "brejeirices". Não leram as cantigas de escárnio e maldizer, não leram Gil Vicente, não contaram anedotas do Bocage? Se calhar não."
José Pacheco Pereira, in Abrupto
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Votar Portas = Votar Sócrates
Mário Soares declarou à Lusa aquilo que já se prevê há muito tempo: é concretizável a aliança PS/ CDS-PP para governarem Portugal no pós-eleições.
Meus caros, não se deixam enganar, Paulo Portas tem fome de poder e José Sócrates não o quer largar.
Neste momento, votar CDS-PP é o mesmo que votar PS!
O PSD é, a partir de agora, o único partido empenhado em retirar José Sócrates do cargo de Primeiro-Ministro e a apresentar uma alternativa credível para Mudar Portugal.
Meus caros, não se deixam enganar, Paulo Portas tem fome de poder e José Sócrates não o quer largar.
Neste momento, votar CDS-PP é o mesmo que votar PS!
O PSD é, a partir de agora, o único partido empenhado em retirar José Sócrates do cargo de Primeiro-Ministro e a apresentar uma alternativa credível para Mudar Portugal.
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Quem quiser ir ao Sea Life vota PS, quem quer gente séria a governar Portugal vota PSD
Depois de emigrantes clandestinos serem pagos com promessas de nacionalidade portuguesa e umas sandes, chegou a vez de portugueses de gema serem pagos com ida ao Sea Life Porto.
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Revista Sábado
Entrevista a Henrique Neto
"José Sócrates devia demitir-se já da liderança do PS"
Histórico socialista defende que actual Governo cometeu muitos erros e que o primeiro-ministro já se devia ter demitido há mais tempo. Em nome do País, apoia um acordo alargado. Com Seguro à frente do partido.
Por:Janete Frazão / João Pereira Coutinho
Correio da Manhã - José Sócrates demitiu-se. Acha que o deveria ter feito mais cedo?
Henrique Neto - Se dependesse de mim, com certeza. Penso que os erros que foram cometidos pelo Governo justificariam que ele se tivesse demitido mais cedo. Se ele aceitasse. Mas conhecendo-o e sabendo que isso não é possível, o desfecho teria de ser deste tipo.
CM - Quais foram os principais erros?
HN - Uma grande inconsciência em relação ao endividamento externo, que não é de hoje, já existia antes de Sócrates chegar a primeiro-ministro. Mas ele relativizou muito o problema, e depois esteve em estado de negação todo este tempo.
CM - Muitos acusam-no de mentir.
HN - O estado de negação da realidade em que ele estava levava-o a mentir e a criar um mundo irreal.
CM - A crise política foi precipitada por José Sócrates?
HN - Foi claramente precipitada por José Sócrates. Ele é uma pessoa inteligente, que compreendia perfeitamente que a forma como foi negociar a Bruxelas o PEC, e principalmente a forma como depois o apresentou sem dar conhecimento ao Presidente, não ia ser aceite e retiraria margem de manobra ao PSD.
CM - Não é um jogo arriscado?
HN - José Sócrates gosta de jogos arriscados. Faz parte das suas características e até das suas qualidades, em certas circunstâncias.
CM - É o mito do animal feroz.
HN - Exactamente. Pode ter acontecido que, tendo ele compreendido que o País estava numa situação de grande dificuldade, e que iria ter de pedir o apoio da União Europeia e do FMI, saía numa situação de maior fragilidade. Demonstra uma grande capacidade de antecipação política. Agora o PSD cometeu um erro, porque acho que deveria ter recusado aquele PEC mas apresentado um PEC alternativo.
CM - Prevê uma campanha eleitoral particularmente dura e até suja?
HN - Parece-me uma evidência, o que é mau para o País, depois dos excessos da campanha para a presidência, termos uma outra campanha suja, que vai ser muito agressiva. Há um clima de agressividade em relação ao actual primeiro-ministro.
CM - Como vê a actuação do Presidente da República perante esta crise política?
HN - O Presidente tem sido acusado de um certo imobilismo. Não estou totalmente de acordo nesse capítulo, mas acho que perdeu uma oportunidade no dia seguinte à apresentação do PEC de chamar de urgência o primeiro-ministro e fazê-lo sentir autoridade. Tinha, naturalmente, importância política.
CM - Se perder as eleições legislativas, Sócrates deve demitir-se de secretário-geral do PS?
HN - Preferia que se demitisse agora. Mas sabemos como funcionam os partidos e, provavelmente, a vitória será de Sócrates. Ele diz que está ao serviço do seu país - do nosso país, digo eu - mas talvez o melhor serviço que ele pudesse prestar ao PS e ao País era mesmo demitir-se de secretário-geral. Porque ganhando ou perdendo as eleições, o PS podia participar na governação na fase seguinte. Não sou adepto de blocos centrais, mas estamos numa situação anormal.
CM - Mas defende um acordo amplo?
HN - Seria preferível. E era muito mais fácil de obter depois das eleições com outro dirigente do PS.
CM - Quem, por exemplo?
HN - António José Seguro seria, eventualmente, o meu preferido.
CM - Portugal estaria melhor com a ajuda externa?
HN - É difícil prever. Há quatro meses, quando foi o problema da Grécia, disse que se dependesse de mim pedia já ajuda. Quando se aproximou a data da cimeira, pensei que seria melhor conhecer as condições de financiamento que a Europa decidir. Em qualquer dos casos, continuo preocupado que Portugal não se atrase excessivamente e que o problema português seja tão grande que os recursos internacionais já não sejam suficientes.
"MÁRIO SOARES PRESTOU UM MAU SERVIÇO AO PARTIDO E A PORTUGAL"
CM - Porque não há uma oposição organizada a Sócrates no PS?
HN - O engenheiro Guterres não era muito diferente de José Sócrates e deixou criar à sua volta um aparelho. Não digo que criou, porque não estava no seu estilo, mas deixou que se criasse um aparelho no sentido de dar poder a alguns socialistas. Criou-se um clima completamente acrítico, sem debate. Por sua vez, Sócrates criou o espectáculo político.
CM - Essa mediatização arrastou mesmo figuras históricas. Como se explica que Mário Soares numa semana faça críticas a Sócrates e depois apelos a entendimentos com Sócrates?
HN - Não tenho grande explicação. Foi um mau serviço prestado a Portugal e ao PS, porque os socialistas revêem-se muito em Mário Soares.
E muitos dos erros cometidos por esta direcção do PS não foram combatidos como deviam por causa da bênção que davam a Mário Soares ao longo destes seis anos.
CM - Almeida Santos convidou-o a participar nos órgãos e nos debates do PS. Vai aceitar o repto?
HN - Os debates é missão impossível, porque não há debate. O monolitismo que existe no PS são arranhadelas. E a violência com que se atacam esses pequenos arranhões é claramente excessiva e só pode resultar de uma certa vocação um pouco totalitária que às vezes existe nos maiores democratas.
PERFIL
Henrique Neto, 74 anos, nasceu em Lisboa, numa família operária da indústria vidreira originária da Marinha Grande. É casado e tem três filhos. É um histórico do PS, tendo ocupado os cargos de dirigente e de deputado pelo partido. Nos últimos anos, afastou-se da política activa. Engenheiro de formação, foi um dos fundadores da Iberomoldes e da SETSA, ambas da indústria de moldes para matérias plásticas.
Histórico socialista defende que actual Governo cometeu muitos erros e que o primeiro-ministro já se devia ter demitido há mais tempo. Em nome do País, apoia um acordo alargado. Com Seguro à frente do partido.
Por:Janete Frazão / João Pereira Coutinho
Correio da Manhã - José Sócrates demitiu-se. Acha que o deveria ter feito mais cedo?
Henrique Neto - Se dependesse de mim, com certeza. Penso que os erros que foram cometidos pelo Governo justificariam que ele se tivesse demitido mais cedo. Se ele aceitasse. Mas conhecendo-o e sabendo que isso não é possível, o desfecho teria de ser deste tipo.
CM - Quais foram os principais erros?
HN - Uma grande inconsciência em relação ao endividamento externo, que não é de hoje, já existia antes de Sócrates chegar a primeiro-ministro. Mas ele relativizou muito o problema, e depois esteve em estado de negação todo este tempo.
CM - Muitos acusam-no de mentir.
HN - O estado de negação da realidade em que ele estava levava-o a mentir e a criar um mundo irreal.
CM - A crise política foi precipitada por José Sócrates?
HN - Foi claramente precipitada por José Sócrates. Ele é uma pessoa inteligente, que compreendia perfeitamente que a forma como foi negociar a Bruxelas o PEC, e principalmente a forma como depois o apresentou sem dar conhecimento ao Presidente, não ia ser aceite e retiraria margem de manobra ao PSD.
CM - Não é um jogo arriscado?
HN - José Sócrates gosta de jogos arriscados. Faz parte das suas características e até das suas qualidades, em certas circunstâncias.
CM - É o mito do animal feroz.
HN - Exactamente. Pode ter acontecido que, tendo ele compreendido que o País estava numa situação de grande dificuldade, e que iria ter de pedir o apoio da União Europeia e do FMI, saía numa situação de maior fragilidade. Demonstra uma grande capacidade de antecipação política. Agora o PSD cometeu um erro, porque acho que deveria ter recusado aquele PEC mas apresentado um PEC alternativo.
CM - Prevê uma campanha eleitoral particularmente dura e até suja?
HN - Parece-me uma evidência, o que é mau para o País, depois dos excessos da campanha para a presidência, termos uma outra campanha suja, que vai ser muito agressiva. Há um clima de agressividade em relação ao actual primeiro-ministro.
CM - Como vê a actuação do Presidente da República perante esta crise política?
HN - O Presidente tem sido acusado de um certo imobilismo. Não estou totalmente de acordo nesse capítulo, mas acho que perdeu uma oportunidade no dia seguinte à apresentação do PEC de chamar de urgência o primeiro-ministro e fazê-lo sentir autoridade. Tinha, naturalmente, importância política.
CM - Se perder as eleições legislativas, Sócrates deve demitir-se de secretário-geral do PS?
HN - Preferia que se demitisse agora. Mas sabemos como funcionam os partidos e, provavelmente, a vitória será de Sócrates. Ele diz que está ao serviço do seu país - do nosso país, digo eu - mas talvez o melhor serviço que ele pudesse prestar ao PS e ao País era mesmo demitir-se de secretário-geral. Porque ganhando ou perdendo as eleições, o PS podia participar na governação na fase seguinte. Não sou adepto de blocos centrais, mas estamos numa situação anormal.
CM - Mas defende um acordo amplo?
HN - Seria preferível. E era muito mais fácil de obter depois das eleições com outro dirigente do PS.
CM - Quem, por exemplo?
HN - António José Seguro seria, eventualmente, o meu preferido.
CM - Portugal estaria melhor com a ajuda externa?
HN - É difícil prever. Há quatro meses, quando foi o problema da Grécia, disse que se dependesse de mim pedia já ajuda. Quando se aproximou a data da cimeira, pensei que seria melhor conhecer as condições de financiamento que a Europa decidir. Em qualquer dos casos, continuo preocupado que Portugal não se atrase excessivamente e que o problema português seja tão grande que os recursos internacionais já não sejam suficientes.
"MÁRIO SOARES PRESTOU UM MAU SERVIÇO AO PARTIDO E A PORTUGAL"
CM - Porque não há uma oposição organizada a Sócrates no PS?
HN - O engenheiro Guterres não era muito diferente de José Sócrates e deixou criar à sua volta um aparelho. Não digo que criou, porque não estava no seu estilo, mas deixou que se criasse um aparelho no sentido de dar poder a alguns socialistas. Criou-se um clima completamente acrítico, sem debate. Por sua vez, Sócrates criou o espectáculo político.
CM - Essa mediatização arrastou mesmo figuras históricas. Como se explica que Mário Soares numa semana faça críticas a Sócrates e depois apelos a entendimentos com Sócrates?
HN - Não tenho grande explicação. Foi um mau serviço prestado a Portugal e ao PS, porque os socialistas revêem-se muito em Mário Soares.
E muitos dos erros cometidos por esta direcção do PS não foram combatidos como deviam por causa da bênção que davam a Mário Soares ao longo destes seis anos.
CM - Almeida Santos convidou-o a participar nos órgãos e nos debates do PS. Vai aceitar o repto?
HN - Os debates é missão impossível, porque não há debate. O monolitismo que existe no PS são arranhadelas. E a violência com que se atacam esses pequenos arranhões é claramente excessiva e só pode resultar de uma certa vocação um pouco totalitária que às vezes existe nos maiores democratas.
PERFIL
Henrique Neto, 74 anos, nasceu em Lisboa, numa família operária da indústria vidreira originária da Marinha Grande. É casado e tem três filhos. É um histórico do PS, tendo ocupado os cargos de dirigente e de deputado pelo partido. Nos últimos anos, afastou-se da política activa. Engenheiro de formação, foi um dos fundadores da Iberomoldes e da SETSA, ambas da indústria de moldes para matérias plásticas.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Uma estratégia que leva ao "suicídio"
Vejo malta do PS no Facebook que tem um género de autocolantezinho em cima da foto que diz " Eu defendo Portugal".
Pois muito bem, é dever de todos os portugueses defenderem o seu país nas suas mais variadas áreas, desde a defesa à preservação da natureza.
O que acho caricato é que no contexto puramente político, esta defesa será de quem?!
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país de quem nos últimos tempos nos colocou com 804 mil desempregados, de quem foi o responsável pelo descalabro das contas públicas, de quem não colocou a justiça na ordem, de quem não foi capaz de reter os bons jovens licenciados em Portugal, de quem não quis pedir ajuda ao FMI quando deveria e prolongou esse pedido no tempo, endividando ainda mais os portugueses com juros insustentáveis e com vendas de dívida pública completamente ridículas.
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país do Governo do PS que nos governou nos últimos 6 anos e das pessoas que o acompanham.
Assim sendo, espero que as pessoas que andam com o slogan " Eu defendo Portugal", quando na realidade se aperceberem que se devem defender deles próprios, não cometam o suicídio político.
Libertem-se das vossas amarras e como cabeças livres que são, vejam o estado em que Sócrates colocou o país. Isto não pode continuar.
Pois muito bem, é dever de todos os portugueses defenderem o seu país nas suas mais variadas áreas, desde a defesa à preservação da natureza.
O que acho caricato é que no contexto puramente político, esta defesa será de quem?!
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país de quem nos últimos tempos nos colocou com 804 mil desempregados, de quem foi o responsável pelo descalabro das contas públicas, de quem não colocou a justiça na ordem, de quem não foi capaz de reter os bons jovens licenciados em Portugal, de quem não quis pedir ajuda ao FMI quando deveria e prolongou esse pedido no tempo, endividando ainda mais os portugueses com juros insustentáveis e com vendas de dívida pública completamente ridículas.
Certamente que todos concordam que deveremos defender o país do Governo do PS que nos governou nos últimos 6 anos e das pessoas que o acompanham.
Assim sendo, espero que as pessoas que andam com o slogan " Eu defendo Portugal", quando na realidade se aperceberem que se devem defender deles próprios, não cometam o suicídio político.
Libertem-se das vossas amarras e como cabeças livres que são, vejam o estado em que Sócrates colocou o país. Isto não pode continuar.
... são coisas deestas que levam o país à depressão...
Pelos vistos o número de desempregados é, afinal, 804.000...
6 anos de Sócrates no poder. O que seriam mais 4?!
6 anos de Sócrates no poder. O que seriam mais 4?!
É triste quando se chega a este ponto... é o desespero total
No Vader do Fraque não têm coragem de bater porque perderiam logo aí as eleições... mas vingam-se nos mais pequenos, nos que não têm voz.
Triste esta gente que nos governou e não quer largar o poder.
Triste esta gente que nos governou e não quer largar o poder.
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Este é o Francisco Assis que conheço: um Homem franco, inteligente, ponderado e quiçá farto de Sócrates e deste PS.
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Quando já não há um pingo de vergonha - VII
Caro Paulo Pinto, não uma questão de todas as máquinas de campanha fazerem isto porque não o fazem, nem de coitadinhos nem muito menos do xenofobismo como diz.
É uma questão de transparência a todos os níveis e a explicação poderia começar pelas embaixadas que porventura receberam um telefonema de alguém a pedir gente para alguma coisa et voilà, apareceram.
A troco de quê?
Quem oferece o que é pedido, o PS ou o Governo? É que como se viu, não é apenas comida que oferecem...
É uma questão de transparência a todos os níveis e a explicação poderia começar pelas embaixadas que porventura receberam um telefonema de alguém a pedir gente para alguma coisa et voilà, apareceram.
A troco de quê?
Quem oferece o que é pedido, o PS ou o Governo? É que como se viu, não é apenas comida que oferecem...
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Felicidades Mariano Rajoy!!!
Os socialistas devem estar a pensar: "de Espanha nem bom vento nem bom casamento".
Paulo Campos diz que os portugueses vão escolher entre alguém sem experiência " nem numa Junta de Freguesia" e alguém com provas dadas.
Vindo de que vem pergunto: provas dadas em negociatas e nomeações dos amigos?!
Vindo de que vem pergunto: provas dadas em negociatas e nomeações dos amigos?!
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Quando já não há um pingo de vergonha - V
Esta reportagem da TVI põe a nu tudo o que vai de mal no PS e no Governo: a cultura do medo, da cunha, do favor, do prometer dar se receber primeiro em troca.
É triste mas é esta gente que nos governa.
Na reportagem sobre um dia na campanha do PS, de Ourém a Évora, podemos assistir às declarações de um paquistanês que mora em Odivelas que diz claramente que não tem documentos, nacionalidade portuguesa, e que está ali para a conseguir. Faz este frete ao PS para ver se consegue algo que lhe deveria ser dado por direito ou mérito.
Na mesma onda está uma moçambicana a quem a embaixada lhe pediu para ir na caravana do PS. Certamente a moeda de troca será a tão almejada nacionalidade...
No mesmo dia mas ao almoço, em Ourém, uma idosa diz que foi para lá no autocarro da Junta de Freguesia. De onde? Não percebi... mas não custa muito pensar quem pagou o gasóleo e motorista para levar idosos até junto de José Sócrates. O almoço também estava incluído, para que se conste.
É triste mas é esta gente que nos governa.
Na reportagem sobre um dia na campanha do PS, de Ourém a Évora, podemos assistir às declarações de um paquistanês que mora em Odivelas que diz claramente que não tem documentos, nacionalidade portuguesa, e que está ali para a conseguir. Faz este frete ao PS para ver se consegue algo que lhe deveria ser dado por direito ou mérito.
Na mesma onda está uma moçambicana a quem a embaixada lhe pediu para ir na caravana do PS. Certamente a moeda de troca será a tão almejada nacionalidade...
No mesmo dia mas ao almoço, em Ourém, uma idosa diz que foi para lá no autocarro da Junta de Freguesia. De onde? Não percebi... mas não custa muito pensar quem pagou o gasóleo e motorista para levar idosos até junto de José Sócrates. O almoço também estava incluído, para que se conste.
domingo, 22 de maio de 2011
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