quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
O tema de hoje do fórum TSF é " Regionalização: sim ou não? O PS volta a erguer a bandeira da criação de regiões administrativas e quer levar a questão a referendo. Esta deve ser uma das prioridades do país?".
Não tenho o hábito de participar nestes fóruns, apenas o fiz uma vez, na SIC Notícias, aquando do cancelamento do Dakar e fi-lo na qualidade de piloto de automóveis.
Como não tenho o hábito de ligar para lá e soltar uma verborreia, vou fazê-lo por aqui.
O PS, desde a sua criação, sempre se preocupou em arranjar empregos da mais variada ordem para os seus amigos que não tinham lugar em cargos de governação. Para isso, no inicio da nossa democracia, foram criadas fundações com o intuito de receber donativos que possibilitariam criar quadros políticos. Informação recolhida em "Contos Proibidos- Memorias de um PS desconhecido" de Rui Mateus.
O problema dá-se quando não há uma renovação desses mesmos ditos quadros e, chega a um momento, em que não há espaço para mais gente.
É necessário empregar mais gente e o aparelho já não tem capacidade. Aí, aproveita-se o espaço público, o espaço do estado e aparecem os famosos Jobs for the Boys.
Também estão esgotados, esgotadíssimos, quer pela ocupação Guterres quer pela ocupação Sócrates.
Ocuparam-se as empresas privadas próximas do governo mas continua a ser necessário controlar mais e mais gente. Prender as mentes e as almas a um ideal e não os deixar escapar usando a técnica do favor e da cunha.
São necessários mais e mais lugares. Onde? Numa administração regional, num patamar intermédio entre o poder local e o legislativo.
Não concordo com a regionalização por achar que somos um país mais pequeno que muitas províncias de alguns países e de termos uma população de aproximadamente metade da de Nova York. E eles governam-se!
Não concordo com a regionalização porque ela só faria sentido se se acabasse com os Governos Civis, houvesse uma redução significativa do número de deputados à Assembleia da República e que o número dos deputados na Assembleia da Republica fosse equatitivamente distribuído pelos distritos portugueses.
Como tenho quase a certeza que não é isso que se propõem o PS fazer aprovar, como tenho quase a certeza absoluta que o pretendido é alimentar mais uns tantos amigos e não dar reais oportunidades políticas às populações e a quem delas emergir pelo seu próprio pé, não posso de todo concordar com a regionalização.
Não tenho o hábito de participar nestes fóruns, apenas o fiz uma vez, na SIC Notícias, aquando do cancelamento do Dakar e fi-lo na qualidade de piloto de automóveis.
Como não tenho o hábito de ligar para lá e soltar uma verborreia, vou fazê-lo por aqui.
O PS, desde a sua criação, sempre se preocupou em arranjar empregos da mais variada ordem para os seus amigos que não tinham lugar em cargos de governação. Para isso, no inicio da nossa democracia, foram criadas fundações com o intuito de receber donativos que possibilitariam criar quadros políticos. Informação recolhida em "Contos Proibidos- Memorias de um PS desconhecido" de Rui Mateus.
O problema dá-se quando não há uma renovação desses mesmos ditos quadros e, chega a um momento, em que não há espaço para mais gente.
É necessário empregar mais gente e o aparelho já não tem capacidade. Aí, aproveita-se o espaço público, o espaço do estado e aparecem os famosos Jobs for the Boys.
Também estão esgotados, esgotadíssimos, quer pela ocupação Guterres quer pela ocupação Sócrates.
Ocuparam-se as empresas privadas próximas do governo mas continua a ser necessário controlar mais e mais gente. Prender as mentes e as almas a um ideal e não os deixar escapar usando a técnica do favor e da cunha.
São necessários mais e mais lugares. Onde? Numa administração regional, num patamar intermédio entre o poder local e o legislativo.
Não concordo com a regionalização por achar que somos um país mais pequeno que muitas províncias de alguns países e de termos uma população de aproximadamente metade da de Nova York. E eles governam-se!
Não concordo com a regionalização porque ela só faria sentido se se acabasse com os Governos Civis, houvesse uma redução significativa do número de deputados à Assembleia da República e que o número dos deputados na Assembleia da Republica fosse equatitivamente distribuído pelos distritos portugueses.
Como tenho quase a certeza que não é isso que se propõem o PS fazer aprovar, como tenho quase a certeza absoluta que o pretendido é alimentar mais uns tantos amigos e não dar reais oportunidades políticas às populações e a quem delas emergir pelo seu próprio pé, não posso de todo concordar com a regionalização.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O cerco aperta
António Vitorino, possivelmente devido à sua posição sebastiânica dentro do PS e pelo facto de ter tempo de antena na RTP, foi a pessoa escolhida para pressionar Cavaco da necessidade de intervenção; leia-se eleições legislativas o mais rápido possível.
A TSF noticia que Portugal é o terceiro país europeu que mais postos de trabalho perdeu.
Será que descobriram isso apenas hoje?
Manuela Ferreira Leite anda há mais de um ano a alertar para esse facto.
Será que descobriram isso apenas hoje?
Manuela Ferreira Leite anda há mais de um ano a alertar para esse facto.
Aqui está o ponto que faltava para os que defendem a despenalização do consumo e tráfego de droga.
Eu não, não é o caso. Defendo a destruição dos campos de cultivo da papoila no Afeganistão ( há lá uma guerra, não há?! podiam aproveitar), China, Vietname a destruição das culturas na Colômbia, novas políticas para o Magrebe e forte penalização para os traficantes.
No entanto, a notícia dá que pensar...
Eu não, não é o caso. Defendo a destruição dos campos de cultivo da papoila no Afeganistão ( há lá uma guerra, não há?! podiam aproveitar), China, Vietname a destruição das culturas na Colômbia, novas políticas para o Magrebe e forte penalização para os traficantes.
No entanto, a notícia dá que pensar...
domingo, 13 de dezembro de 2009
José Sócrates revelou mais uma vez ter uma enorme lata ao vir hoje dizer que o governo tenta dialogar, a oposição é que não.
O senhor Primeiro Ministro revela desde 2005 uma arrogância e malcriadez para com os deputados que não há memória na nossa nova e cada vez mais frágil democracia. Esse senhor, parece esquecer que são os deputados que regulam o governo, não sendo apenas meros joguetes ou pro-formas institucionais.
O grande diálogo do Primeiro Ministro com a oposição está bem patente, por exemplo, na intervenção do "respeitinho, esteja caladinho" com Paulo Portas.
Olhando por cima e alargando o campo, poderemos tentar perceber a táctica de Sócrates: o que disse hoje é apenas para mais uma vez pressionar Cavaco a avançar para a dissolução do parlamento.
Pode ser que isso aconteça e aí, com a vitimização que o PM tem feito, o estado do PSD e tendo em conta o nosso povo, o PS é bem capaz de sair reforçado das eleições.
Mesmo que isto aconteça e caso o PS fique reforçado, até à data das hipotéticas eleições legislativas, os ataques vão cair em Cavaco.
Assim sendo, Sócrates não se sente obrigado a apoiar o Presidente da República nas presidenciais, em nome da estabilidade e da cooperação que sempre houve, abrindo a porta do centro a Manuel Alegre e à esquerda radical.
O senhor Primeiro Ministro revela desde 2005 uma arrogância e malcriadez para com os deputados que não há memória na nossa nova e cada vez mais frágil democracia. Esse senhor, parece esquecer que são os deputados que regulam o governo, não sendo apenas meros joguetes ou pro-formas institucionais.
O grande diálogo do Primeiro Ministro com a oposição está bem patente, por exemplo, na intervenção do "respeitinho, esteja caladinho" com Paulo Portas.
Olhando por cima e alargando o campo, poderemos tentar perceber a táctica de Sócrates: o que disse hoje é apenas para mais uma vez pressionar Cavaco a avançar para a dissolução do parlamento.
Pode ser que isso aconteça e aí, com a vitimização que o PM tem feito, o estado do PSD e tendo em conta o nosso povo, o PS é bem capaz de sair reforçado das eleições.
Mesmo que isto aconteça e caso o PS fique reforçado, até à data das hipotéticas eleições legislativas, os ataques vão cair em Cavaco.
Assim sendo, Sócrates não se sente obrigado a apoiar o Presidente da República nas presidenciais, em nome da estabilidade e da cooperação que sempre houve, abrindo a porta do centro a Manuel Alegre e à esquerda radical.
Cimeira de Copenhaga ( agora a verdadeira)
Muito se fala de Copenhaga e do que daí poderá advir para o mundo. As questões ambientais há muito que nos preocupam a todos, especialmente aos europeus.
No entanto, devido à actual conjectura, ao desemprego e ao seu agravamento, não se podem deslocalizar mais fábricas poluidoras - europeias, na sua maioria alemãs e francesas - para países subdesenvolvidos, ao jeito de esconder o lixo debaixo do tapete.
Também por isso Copenhaga é muito importante.
O que eu não entendo, é que apesar do alarido que se criou por Obama estar presente na cimeira, os Estados Unidos e a China, os maiores poluidores mundiais, não são vinculados às normas e tratados que poderão sair de lá.
No entanto, devido à actual conjectura, ao desemprego e ao seu agravamento, não se podem deslocalizar mais fábricas poluidoras - europeias, na sua maioria alemãs e francesas - para países subdesenvolvidos, ao jeito de esconder o lixo debaixo do tapete.
Também por isso Copenhaga é muito importante.
O que eu não entendo, é que apesar do alarido que se criou por Obama estar presente na cimeira, os Estados Unidos e a China, os maiores poluidores mundiais, não são vinculados às normas e tratados que poderão sair de lá.
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
No Parlamento Europeu
Não tenho escrito nada nos últimos dias porque me encontrei em Bruxelas em visita ao Parlamento Europeu. Por isso, desde já agradeço à Eurodeputada Regina Bastos o convite que me foi endereçado, coisa que muito me honrou.
Entre mexilhões, umas cervejas e banda-desenhada, pude observar de perto o trabalho dos Nossos eurodeputados. Que injusto que muitas vezes fui, a reboque dos que diziam que os políticos iam tirar férias para Bruxelas e Estrasburgo.
A vida política é dura, entre várias comissões onde o interesse do país é mais forte que a ideologia.
A vida política é dura, desgastante e desmotivante por, muitas vezes, não existir coordenação entre o Governo Português, incluindo os Governos Regionais, e os eurodeputados que tentam fazer o melhor para o nosso país. Caso gritante é o caso da agricultura e das pescas.
A vida política é dura, especialmente quando se ouve o Primeiro Ministro a vangloriar-se de programas como o e-escolas - mais não é que uma directiva europeia, e, por outro lado, a desculpar as políticas erróneas de Jaime Silva com " coisas de Bruxelas".
Vida dura, não só dos eurodeputados mas também dos seus assessores que deixam tudo por cinco anos cheios de responsabilidades, num país distante, frio e onde muito do que ganham é gasto em estadia, viagens, alimentação...
Será que valeria a pena todos estes sacrifícios em nome do bem comum do país? Claro que sim!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
"Não tenha esse comportamento nervoso, é um comportamento impróprio. Eu digo-o aos meus filhos e digo-lhe a si, porte-se com juizinho. Não me interrompa, (...) o seu dever é ouvir."
Mas soa a: Comporta-te. Eu digo aos meus filhos e a toda a gente, portem-se bem ou apanham. Não me interrompas, a tua obrigação é ouvir.
Mas soa a: Comporta-te. Eu digo aos meus filhos e a toda a gente, portem-se bem ou apanham. Não me interrompas, a tua obrigação é ouvir.
Faz hoje 29 anos que uma tragédia assolou Portugal.
De Janeiro de 1981 até meados de 1985 o PSD esteve entregue à bicharada, aliás, como agora. Um dos grandes responsáveis por isso foi um Homem, um excelente empresário, mas um péssimo político e Primeiro Ministro.
Sim, estou a falar de Pinto Balsemão, o mesmo que há dois dias disse que o partido estava numa morte lenta. Estamos todos.
Balsemão esqueceu-se de como era o partido no tempo dele e ataca o actual partido. Porquê? Pode-se perguntar... Porquê?
Já agora, porquê dar crédito político a um homem afastado da política activa desde 1991? Porquê?
Eu sou novo nestas coisas e, por isso, não sei e, por isso, pergunto.
Do mesmo plano pergunto porque é que não se pergunta a Henrique Neto - outro grande empresário e ex-deputado - o que ele pensa do actual PS? Porquê?
Já agora, e pela escolha de grandes empresários, porque é que não se pergunta a Belmiro de Azevedo o que pensa da actual governação? Porquê?
Pergunte-se e divulgue-se nos jornais.
De Janeiro de 1981 até meados de 1985 o PSD esteve entregue à bicharada, aliás, como agora. Um dos grandes responsáveis por isso foi um Homem, um excelente empresário, mas um péssimo político e Primeiro Ministro.
Sim, estou a falar de Pinto Balsemão, o mesmo que há dois dias disse que o partido estava numa morte lenta. Estamos todos.
Balsemão esqueceu-se de como era o partido no tempo dele e ataca o actual partido. Porquê? Pode-se perguntar... Porquê?
Já agora, porquê dar crédito político a um homem afastado da política activa desde 1991? Porquê?
Eu sou novo nestas coisas e, por isso, não sei e, por isso, pergunto.
Do mesmo plano pergunto porque é que não se pergunta a Henrique Neto - outro grande empresário e ex-deputado - o que ele pensa do actual PS? Porquê?
Já agora, e pela escolha de grandes empresários, porque é que não se pergunta a Belmiro de Azevedo o que pensa da actual governação? Porquê?
Pergunte-se e divulgue-se nos jornais.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O amigo Vara
O amigo, arguido Vara terá a pagar uma caução de 25.000 € ou:
- 3511,23 Kg de robalo ultra-congelado
ou
- 1785,71 Kg de robalo fresco de mar
ou
- 833,33 Kg de robalo grelhado acompanhado com batata e legumes cozidos, salada montanheira e azeitonas
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Viva a Exma. Sra. Dra. Manela
Teixeira dos Santos vem finalmente dar a razão a Manuela Ferreira Leite, afirmando que o défice nunca esteve controlado, contrariando a campanha feita pelo Primeiro Ministro e seus seguidores durante meses.
O défice nunca esteve controlado, fomos ficando cada vez pior, mas o governo sempre o negou e caiu na veleidade eleitoralesca de oferecer milhões e milhões em linhas de crédito ás empresas, prometendo obras públicas e anunciar por mais que uma vez que o país não estava em crise.
" O PS combate a crise; os outros combatem o PS" era a frase que se lia nos outdoors. Pois bem, os outros , a oposição, fazia a sua função mas o PS e o Governo, pelos vistos, não fizeram a sua. Sendo assim, a crise e o PS são o mesmo problema e o dito cartaz socialista vem, afinal, dar razão a todos os outros.
Desde o tempo do Eng. Guterres que o País está em crise e poucos fizerem alguma coisa para a combater.
Agora vem a ameaça com o Orçamento Rectificativo: ou aprovam ou o défice sobe para 8.5%.
Quer o Ministro dizer que o défice estava controlado até Setembro e que só depois ficou assim com a quebra das receitas fiscais?!
O défice nunca esteve controlado, fomos ficando cada vez pior, mas o governo sempre o negou e caiu na veleidade eleitoralesca de oferecer milhões e milhões em linhas de crédito ás empresas, prometendo obras públicas e anunciar por mais que uma vez que o país não estava em crise.
" O PS combate a crise; os outros combatem o PS" era a frase que se lia nos outdoors. Pois bem, os outros , a oposição, fazia a sua função mas o PS e o Governo, pelos vistos, não fizeram a sua. Sendo assim, a crise e o PS são o mesmo problema e o dito cartaz socialista vem, afinal, dar razão a todos os outros.
Desde o tempo do Eng. Guterres que o País está em crise e poucos fizerem alguma coisa para a combater.
Agora vem a ameaça com o Orçamento Rectificativo: ou aprovam ou o défice sobe para 8.5%.
Quer o Ministro dizer que o défice estava controlado até Setembro e que só depois ficou assim com a quebra das receitas fiscais?!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Portugal, ao assinar o comunicado da Cimeira Ibero Americana sobre a situação nas Honduras, aceitaria que em 1975 fossem decretadas nulas as eleições já que elas apenas se realizaram devido a um golpe de estado.
Gostava de saber se tivesse ganho o candidato de esquerda, apoiado por Chavez e Lula, se existia este comunicado.
Gostava de saber se tivesse ganho o candidato de esquerda, apoiado por Chavez e Lula, se existia este comunicado.
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