
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Por Terras de D. Pedro - I
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
1640, uma questão de orgulho no passado ou a perspectiva para o futuro?

1 de Dezembro de 1640 marca a história de Portugal porque foi nesta data que garantimos pela segunda vez a Nossa soberania. Foi o culminar de uma guerra ibérica que veio por fim a todos os erros acumulados desde a morte de D. João II e subida de D. Manuel I até ao desastre de Alcacér Quibir.
1 de Dezembro marca igualmente a definição fronteiriça de Portugal ( na Metrópole e excluindo o caso pontual de Olivença), sendo dos primeiros países europeus a consegui-lo.
Nisso, uma vez mais, fomos um exemplo para todos: a coabitação saudável e integrada de pessoas de origens geográficas, sociais e culturais diferentes num vasto território, sobre a mesma bandeira, o mesmo desígnio e o mesmo governante. É um marco que nos coloca à frente dos países que abraçaram a tão falada construção europeia, de matriz católica - há Cristãos ( de Roma e de Avignon) , Protestantes ( Luteranos, Vanguardistas, etc.), Ortodoxos, mas todos católicos e com a mesma ideia que a sustentação da sociedade é a família.
Falo da construção europeia e da coabitação saudável dos povos porque a Europa vive actualmente uma crise económica e social que teve origem numa crise financeira. Devido a isso todos falam em mercados, em agências de rating, no valor do juros a pagar a 12 meses e a 10 anos mas ninguém fala em segurança. Uma segurança que, felizmente para os Portugueses, nos poderá salvar da crise a médio prazo; uma segurança que já nos salvou de 1939 a 1945.
No outro dia fui a Antuérpia e ainda estou espantado porque numa loja, uma vendedora que falava flamenco, me disse que preferia falar comigo em inglês do que em francês. É o povo que quer uma mudança, que busca uma identidade. Quando passeava na rua não ouvia falar francês.
Portugal tem este problema resolvido desde a conquista do Algarve aos mouros e conseguimos viver em paz territorial desde D. Afonso III. O resto da Europa não.
A Flandres poderá tornar-se independente dentro de pouco tempo. O povo, aquilo de que é feito um país, disse-o nas urnas e di-lo todos os dias. Porventura, será uma independência pacífica...
O problema é que no minuto seguinte à independência da Flandres, a Catalunha e País Basco em Espanha e a Lombardia na Itália também querem ser independentes. Também não arriscaria muito no que será Irlanda do Norte.
Ou seja, a Europa, caso não resolva rapidamente os seus problemas económicos e sociais, com as populações de uns países a perderem cada vez mais direitos e regalias face a a populações de países vizinhos, poderá a curto prazo entrar em guerra. Tal cenário seria o fim da Comunidade Europeia.
Pensando desta forma, como se comportam os mercados, os investidores? Um dos argumentos mais sólidos para a organização da cimeira da NATO em Portugal foi o da segurança. Eu não conheço ninguém, excepto empresas ligadas à industria bélica e farmacêutica, que queira arriscar um investimento num país ou numa região em guerra; colocando a Europa dos 27 em risco de colapso financeiro.
É neste cenário que penso que Portugal poderá ter dois papeis fundamentais.
O primeiro papel, que eu não acredito minimamente que seja exequível, é o de Portugal, dada a sua história de união entre os povos e o seu poder diplomático, festejados hoje a 1 de Dezembro, ajudar os países de integração interna.
O outro papel, aquele que eu acho que poderá ser uma realidade e que nos ajudará a salvar da Nossa crise é, num cenário de guerra e pós-guerra, Portugal ser um país seguro, com boas comunicações marítimas para a América, África e Ásia, onde as empresas poderão instalarem-se e investir.
Nunca pensei viver uma guerra na Europa " Ocidental" e é algo que tenho dificuldade um digerir. No entanto, com todas as pedras na mesa conseguimos talhar o nosso destino para todas as eventualidades. Só o conseguimos fazer se se falar abertamente das possibilidades.
domingo, 28 de novembro de 2010
O engenho de Portas
Ontem Paulo Portas voltou.
Digo isto porque sempre o tive como um génio que caso estivesse no partido certo, já teria sido Primeiro Ministro há uns anos.
Como está no partido errado e não tem ninguém capaz de o suceder, cai demasiadas vezes num populismo atroz, não muito longe de ideias maniqueístas de personagens como Marinho Pinto ou o próprio Louça, mas que são a única forma de algumas franjas da sociedade o compreenderem e votarem nele.
Voltando ao génio, ontem Paulo Portas defendeu a criação de um incentivo fiscal para as empresas que aumentem a sua capacidade exportadora.
Ou seja, em vez do estado ajudar as empresas através de fundos como o QREN - que podem ser atribuídos a empresas falidas e investidos em bens não muito produtivos - ou de linhas de crédito que só servem para aumentar o défice das empresas, fá-lo através de crédito fiscal.
Qual a vantagem? Este tipo de incentivo que Portas propõe, idêntico aos já existentes Sifide, para empresas que tenham actividades em IDI no processo ou no produto, ou RFAI, para empresas que aumentem a sua capacidade produtiva com aumento de postos de trabalho e aquisição de imobilizado, aplica-se a empresas que dão lucros e criam valor para o país, fazendo com que as mesmas poupem o dinheiro que iriam entregar no IRC.
Esta poupança pode ser utilizada pelos empresários por forma a criaram mais e melhores serviços, produtos, condições de trabalho, um sem número de acções que nos ajudem a encurtar a distância para os outros países da Europa.
Digo isto porque sempre o tive como um génio que caso estivesse no partido certo, já teria sido Primeiro Ministro há uns anos.
Como está no partido errado e não tem ninguém capaz de o suceder, cai demasiadas vezes num populismo atroz, não muito longe de ideias maniqueístas de personagens como Marinho Pinto ou o próprio Louça, mas que são a única forma de algumas franjas da sociedade o compreenderem e votarem nele.
Voltando ao génio, ontem Paulo Portas defendeu a criação de um incentivo fiscal para as empresas que aumentem a sua capacidade exportadora.
Ou seja, em vez do estado ajudar as empresas através de fundos como o QREN - que podem ser atribuídos a empresas falidas e investidos em bens não muito produtivos - ou de linhas de crédito que só servem para aumentar o défice das empresas, fá-lo através de crédito fiscal.
Qual a vantagem? Este tipo de incentivo que Portas propõe, idêntico aos já existentes Sifide, para empresas que tenham actividades em IDI no processo ou no produto, ou RFAI, para empresas que aumentem a sua capacidade produtiva com aumento de postos de trabalho e aquisição de imobilizado, aplica-se a empresas que dão lucros e criam valor para o país, fazendo com que as mesmas poupem o dinheiro que iriam entregar no IRC.
Esta poupança pode ser utilizada pelos empresários por forma a criaram mais e melhores serviços, produtos, condições de trabalho, um sem número de acções que nos ajudem a encurtar a distância para os outros países da Europa.
sábado, 27 de novembro de 2010
How do they say: olha para o que eu digo... nunca para o que eu faço
Após a entrevista de Passos Coelho ao Expresso, Santos Silva veio dizer que o líder do PSD quer alcançar o poder a qualquer custo.
E Sócrates? Não o quer manter a qualquer custo?!
E Sócrates? Não o quer manter a qualquer custo?!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Estive há pouco na apresentação do livro de Paulo Rangel " Uma Democracia Sustentável". Foi ali no Chiado e o espaço era escasso para tanta gente: Manuela Ferreira Leite, Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, Fernando Seara, Rui Rangel, Rogério Alves, José Luís Arnaut, Maria João Avilez, Diogo Vaz Guedes, Pedro Mexia e muita mais gente, entre conhecidos e simples anónimos, como eu.
Sempre ouvi dizer, de amigos que foram alunos do Prof. Paulo Rangel na Universidade Católica, que era óptimo assistir ás suas aulas. No entanto, eu nunca tinha percebido porquê.
Hoje, ao ouvi-lo, de improviso, desde a civilização grega a Hamlet, passando por Marx e pelo Professor Canotilho, percebi que estava perante um oásis na política portuguesa.
Sempre ouvi dizer, de amigos que foram alunos do Prof. Paulo Rangel na Universidade Católica, que era óptimo assistir ás suas aulas. No entanto, eu nunca tinha percebido porquê.
Hoje, ao ouvi-lo, de improviso, desde a civilização grega a Hamlet, passando por Marx e pelo Professor Canotilho, percebi que estava perante um oásis na política portuguesa.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Uma pequena e singela homenagem a todos quanto abandonaram a sua casa, a sua família, amigos, conforto, por muito ou pouco que sejam e foram para fora, por tempo indeterminado, viver por vezes em situações penosas para conseguirem algo que não conseguiam em Portugal: um futuro.
Quer seja a trabalhar como tarefeiros ou desportistas ou investigadores, são portugueses que merecem todo o nosso respeito porque mostram a determinação e de outrora. A determinação que nos levou a dar novos mundos ao Mundo.
Infelizmente, tenho a impressão que o número de pessoas a procurar o seu sustento fora de Portugal vai aumentar.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Groundforce III
Quem foi o mago da gestão que conseguiu imaginar duas empresas com o mesmo accionista único a concorrerem entre si?!
Groundforce II
É impressão minha ou não ouvi os grandes críticos do Código do Trabalho de Bagão Felix a falar...
Onde estão as críticas de Helena André, Vieira da Silva ou Manuel Alegre a este despedimento?!
Onde estão as críticas de Helena André, Vieira da Silva ou Manuel Alegre a este despedimento?!
Groundforce I
A ser verdade o que dizem os funcionários da Groundforce de Faro, existiu uma enorme falta de respeito por parte da Administração da empresa.
Não critíco os despedimentos porque, infelizmente, a redução da massa salarial das empresas poderá ser uma forma de evitar a falência das mesmas.
Critico, de forma veemente, o método utilizado para o fazerem, por e-mail, sem uma palavra de Homem para Homem.
Não critíco os despedimentos porque, infelizmente, a redução da massa salarial das empresas poderá ser uma forma de evitar a falência das mesmas.
Critico, de forma veemente, o método utilizado para o fazerem, por e-mail, sem uma palavra de Homem para Homem.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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