Não tenho nada contra a propaganda de Portugal no exterior, aliás, até sou a favor.
Agora, se compararmos os 50 milhões pedidos pela Madeira com 10 milhões para a festa da República + 3 milhões para o pavilhão de Portugal na Expo 2010 ( só o Pavilhão porque é óbvio que imensa gente do Estado Português vai estar presenta na Expo, com tudo pago) + a festa dos 100 dias de Governo ( onde andou ele????), não se consegue perceber o alarido de Teixeira dos Santos!!!!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Há pessoas que dizem que eu não gosto do PS. É mentira, já lhes tentei dizer mais do que uma vez que eu não sou nem nunca fui grande apreciador das políticas do PS mas daí a não gostar do partido, vai uma grande diferença.
O que eu não gosto, é de alguns políticos do PS, por exemplo, José Sócrates.
Uma das provas disso mesmo, de que eu não gosto do político José Sócrates nem da sua pandilha ( politicamente falando porque não os conheço de lado nenhum, nunca privei com nenhum deles), é alguma admiração que tenho por Francisco Assis.
Há uns anos não gostava mas Assis está para o PS como Lula para a América Latina: tudo à volta é tão mau, que ele até parece bom.
A resposta indignada que hoje o líder parlamentar socialista deu aos jornalistas sobre a intenção de três vice-presidentes da bancada socialista e o Primeiro Ministro quererem publicar na internet o rendimento dos portugueses, só mostra que estamos, finalmente, perante um socialista que ainda o sabe que é.
O que eu não gosto, é de alguns políticos do PS, por exemplo, José Sócrates.
Uma das provas disso mesmo, de que eu não gosto do político José Sócrates nem da sua pandilha ( politicamente falando porque não os conheço de lado nenhum, nunca privei com nenhum deles), é alguma admiração que tenho por Francisco Assis.
Há uns anos não gostava mas Assis está para o PS como Lula para a América Latina: tudo à volta é tão mau, que ele até parece bom.
A resposta indignada que hoje o líder parlamentar socialista deu aos jornalistas sobre a intenção de três vice-presidentes da bancada socialista e o Primeiro Ministro quererem publicar na internet o rendimento dos portugueses, só mostra que estamos, finalmente, perante um socialista que ainda o sabe que é.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Serviço público
- O orçamento de estado vai ser aprovado mas surge um caso com a Lei das Finanças regionais, devido à Madeira. Sempre a Madeira.
- Saem notícias que Teixeira dos Santos ameaça com a demissão.
- O défice atinge níveis históricos.
- Cavaco convoca Conselho de Estado, muito provavelmente, devido ao confronto político que se prevê devido à Madeira.
Entra a gestão de crise e o serviço publico em contra-informação.
A Antena 1 e o Jornal de Negócios promovem uma conferência numa altura destas onde estão, não mais do que: Teixeira dos Santos, Vítor Constâncio, Mário Lino e Vítor Bento.
Todos, mas todos, a dizer que a Madeira gasta de mais e a justificarem a subida da carga fiscal.
José Rodrigues dos Santos ( lembram-se? como deixou de ser director de informação?), João Miguel Tavares, Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz, José Manuel Fernandes, Marcelo Rebelo de Sousa, Mário Crespo, Medina Carreira.
De futuro?! José Pacheco Pereira, Vasco Polido Valente, Eduardo Cintra Torres e todos os não alinhados.
De futuro?! José Pacheco Pereira, Vasco Polido Valente, Eduardo Cintra Torres e todos os não alinhados.
Beyonce
Bruno Alves
Finanças regionais
TGV
2.23 g/l
Agressão a jovem
Como se pode ver pela capa deste diário, aqui está retratada a informação que o povo português tem de saber. Tudo o resto, não interessa.
O que é estranho é que os que antigamente se insurgiam contra Fátima, futebol e família, são hoje os primeiros a estarem calados sobre a sombra que se abateu entre nós.
Onde está a voz do poeta, a voz de Argel?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Retirado do site do Instituto Sá Carneiro, deveria ter sido publicado hoje no JN. Não o foi.
Eu coloco-o aqui porque amo a liberdade!
"Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Mario Crespo"
Eu coloco-o aqui porque amo a liberdade!
"Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Mario Crespo"
10.000.000 € para as festividades da República!
Já agora, quanto paga a Maçonaria? Temos que ver que esta é a sua festa e, normalmente, o aniversariante é quem paga.
Não me digam que agora os maçons fazem a festa e dividem a conta pelos convidados, tipo jantar de adolescente na pizaria da esquina, antes da sessão shot´s até cair para o lado...
Já agora, quanto paga a Maçonaria? Temos que ver que esta é a sua festa e, normalmente, o aniversariante é quem paga.
Não me digam que agora os maçons fazem a festa e dividem a conta pelos convidados, tipo jantar de adolescente na pizaria da esquina, antes da sessão shot´s até cair para o lado...
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