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terça-feira, 31 de maio de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dúvidas que populam por aí

Eduardo Ferro Rodrigues, em Vila Franca de Xira, usa o eufemismo para esconder a incapacidade governativa ao longo de 6 anos dizendo " Durante as negociações para a concessão de assistência financeira internacional a Portugal...".
Será que a cúpula socialista andou a ter aulas com Manuel Machado?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Na onda de intervenções no comício, Ferro Rodrigues disse " Voltarei a curtíssimo prazo para Portugal para participar nesta batalha histórica...". Será que está a falar de Aljubarrota?! Batalha?! É um acto eleitoral, não é nenhuma invasão. Nos actos eleitorais não há batalhas, há troca de ideias. Nos actos eleitorais não há inimigos, há adversários. É esta gente que diz que negoceia com a oposição?!

sábado, 9 de abril de 2011

O PS está por tudo

Ouvindo os discursos dos socialistas, dá para perceber que eles estão por tudo, numa táctica de empurra para frente e quem vier atrás que feche a porta. Depois de Sócrates, António Costa, António Vitorino e Vera Jardim ( em declarações à margem da sala) afirmarem e reafirmarem que a culpa é da oposição, que todo o mal do mundo não se deve ao PS, só podemos estar perante isto: o PS sabe que perde as eleições e tenta tudo por tudo para perder por pouco, nem que para isso seja necessário vir para a rua de "faca e alguidar". Depois da derrota virão os outros socialistas para negociar - Francisco Assis, Luís Amado, Ferro Rodrigues e todos aqueles que se mantiverem discretamente dentro da cúpula de decisão.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O fim de Sócrates


Em Cozido à portuguesa de hoje, Domingos Amaral escreveu, e bem, que as próximas eleições poderiam ser o fim do actual ciclo político de José Sócrates -PM.

Se perder as eleições é natural que o líder do PS se afaste mas também poderá acontecer caso ganhe com uma margem reduzida, fazendo com que seja necessário uma coligação de esquerda.

Apesar de tudo isto, Domingos Amaral cometeu uma inverdade ou meia-verdade, o que lhe quiserem chamar. " Na campanha, não irá lutar por valores ou políticas, mas pela sua sobrevivência."

Ora bem, é certo que Sócrates nunca teve que lutar como agora pela sua sobrevivência mas também nunca fez uma campanha por valores ou políticas porque ele não é uma pessoa de valores nem de políticas. Todas as suas campanhas, quer internas quer externas foram feitas ao estilo " eu e os outros",ou seja, com uma arrogância que lhe é característica, sempre se identificou como a melhor escolha porque, porque sim.

Tal resultou com Santana, Ferro Rodrigues e Alegre porque ou partiam de posições desfavoráveis ( Santana e Ferro Rodrigues) ou porque não são grandes líderes ( Alegre e Ferro Rodrigues).

Com Ferreira Leite vai ser diferente porque aqui já se joga unicamente no campo das políticas e dos valores e Sócrates já não está tão à vontade.

Termino dizendo: ainda bem!