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segunda-feira, 25 de março de 2013
Os socráticos estão de volta...
... ao mais alto nível e ao nível que nos foi dado a conhecer durante 7 anos ( desde final de 2003 até meio de 2011): na comunicação, nos editoriais dos jornais, bajulando as suas acções e empregnando o povo da "espectacularidade" do Grande Líder.
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Um editorial, um negócio, o país
Pedro Santos Guerreiro dá a mão à palmatória em relação a Jorge Coelho. Terá razão ou não?!
Mais importante do que isso, muito mais importante, é a visão de como ficará o país sem o sector da construção: das grandes, das médias e das pequenas obras.
Mais importante do que isso, muito mais importante, é a visão de como ficará o país sem o sector da construção: das grandes, das médias e das pequenas obras.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Afinal...
Afinal Teixeira dos Santos, ao contrário do que sempre disse o PS, concordou com Ferreira Leite, Cavaco Silva, Campos e Cunha, César das Neves, Medina Carreira, Camilo Lourenço.
Não seu eu que digo, está aqui.
Não seu eu que digo, está aqui.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A credibilidade está a regressar?
" Todos sabemos que tivemos de recorrer à Troika porque já ninguém nos emprestava dinheiro. E todos sabemos que o nosso maior desafio é não perder o acesso ao financiamento externo. Porque se ele faltar, como o país não tem poupança interna suficiente, o PIB em vez de cair 3% pode cair até… 20 ou mais por cento. Por isso a nossa tarefa principal é mostrar que "we mean business". Ou seja, que conseguimos cumprir as metas do défice.
Desde o 1º trimestre do ano que o único tipo de financiamento que Portugal consegue é a curtíssimo prazo: 3 e 6 meses. O Tesouro justifica a manutenção destes leilões (que saem a preço elevado) com a necessidade de não perder contacto com os investidores: quando um país sai completamente do mercado, tem mais dificuldade em regressar…
Ora estes leilões estão a dar sinais interessantes: nas últimas semanas aumentou o número de estrangeiros a comprar BT. Um sinal de que a estratégia portuguesa começa a dar alguns frutos. Mas há outro sinal que sugere que os investidores começam, ainda que de forma insípida, a olhar para nós. Alguns fundos de "private equity", que desde Dezembro nem queriam ouvir falar de nós, vêm a Lisboa nas próximas semanas. Objectivo: analisar operações que envolvem activos portugueses.
Tudo isto é incipiente? Sem dúvida. Mas é um primeiro sinal de que o ponto mais baixo da desconfiança em relação a Portugal pode já ter sido atingido (os elogios da senhora Merkel, há uma semana, não foram feitos em cima do joelho…). E isso é muito importante para separar Portugal da Grécia e convencer os mercados a voltarem a emprestar-nos dinheiro. É escusado dizer que cortes na despesa dariam uma grande ajuda…"
Camilo Lourenço, in Negócios Online
Desde o 1º trimestre do ano que o único tipo de financiamento que Portugal consegue é a curtíssimo prazo: 3 e 6 meses. O Tesouro justifica a manutenção destes leilões (que saem a preço elevado) com a necessidade de não perder contacto com os investidores: quando um país sai completamente do mercado, tem mais dificuldade em regressar…
Ora estes leilões estão a dar sinais interessantes: nas últimas semanas aumentou o número de estrangeiros a comprar BT. Um sinal de que a estratégia portuguesa começa a dar alguns frutos. Mas há outro sinal que sugere que os investidores começam, ainda que de forma insípida, a olhar para nós. Alguns fundos de "private equity", que desde Dezembro nem queriam ouvir falar de nós, vêm a Lisboa nas próximas semanas. Objectivo: analisar operações que envolvem activos portugueses.
Tudo isto é incipiente? Sem dúvida. Mas é um primeiro sinal de que o ponto mais baixo da desconfiança em relação a Portugal pode já ter sido atingido (os elogios da senhora Merkel, há uma semana, não foram feitos em cima do joelho…). E isso é muito importante para separar Portugal da Grécia e convencer os mercados a voltarem a emprestar-nos dinheiro. É escusado dizer que cortes na despesa dariam uma grande ajuda…"
Camilo Lourenço, in Negócios Online
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